Grupo é investigado por empréstimos com juros abusivos, extorsão e cobranças com violência. Polícia apreendeu armas, carros, cheques e notas promissórias
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Sobre o tema envolvendo sargento aposentado, além disso, armas, veículos, cheques, notas promissórias, celulares e documentos foram apreendidos (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Dessa forma, um sargento aposentado da Polícia Militar e outras seis pessoas foram presas durante uma operação conjunta das polícias civis de Goiás e do Distrito Federal contra um grupo suspeito de agiotagem, extorsão e cobrança de dívidas por meio de violência e ameaças. Com isso, segundo a investigação, a organização teria cerca de 15 integrantes, com os principais líderes concentrados em Formoso, na região Norte de Goiás, e atuação em diferentes estados, inclusive no Distrito Federal. Nesse sentido, durante a operação, foram apreendidas armas, veículos, cheques, notas promissórias, celulares e documentos.
Portanto, os investigados são apontados como integrantes de um esquema que oferecia dinheiro com juros considerados abusivos e recorria a ameaças e violência para cobrar os valores. Em seguida, entre os detidos estão dois homens apontados como líderes da organização, um jovem e o sargento aposentado da PM.
De acordo com as apurações, A apuração começou no Distrito Federal depois que a polícia tomou conhecimento de um caso envolvendo uma das supostas vítimas. Segundo a investigação, uma pessoa teria sido submetida a cobranças violentas e acabou tirando a própria vida. Depois da morte, os suspeitos passaram a fazer cobraças e tentativas de extorsão a familiares. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a sargento aposentado continuam sendo acompanhados com atenção.
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Operação apreendeu armas e documentos
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais apreenderam armas, carros, celulares, documentos, cheques e notas promissórias. Todo o material será analisado para identificar novas vítimas, outros integrantes da organização e possíveis ramificações do esquema.
Os sete suspeitos foram presos preventivamente e permanecem à disposição da Justiça. A participação individual de cada investigado ainda será apurada ao longo das investigações.
Caso sejam condenados pelos crimes investigados, os suspeitos podem receber penas de mais de 20 anos de prisão.
Em nota enviada ao Mais Goiás, a Polícia Militar afirmou que o sargente não tem vínculo com o serviço ativo da Corporação.
“O envolvido encontra-se na reserva remunerada, sem qualquer vínculo com o serviço ativo da Corporação. A Corregedoria da corporação acompanhou a execução da medida judicial, acompanha o caso e adotará todas as medidas pertinentes no momento oportuno. O caso está sob apreciação do Poder Judiciário, órgão competente para a condução do processo e para as deliberações previstas em lei”, diz em nota.
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