O filho de Cléber também foi indiciado; investigação aponta que mais de R$ 100 mil foram retirados dos cofres da associação em Caldas Novas
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Sobre o tema envolvendo Síndico acusado, além disso, por Luanna Marques – Goiânia, GO
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Dessa forma, síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, preso após confessar o assassinato da corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, em Caldas Novas (Foto: Jucimar de Sousa) Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Síndico acusado continuam sendo acompanhados com atenção.
Com isso, O síndico Cléber Rosa de Oliveira, acusado de assassinar a corretora de imóveis Daiane Alves, foi indiciado novamente pela Polícia Civil, desta vez por supostos desvios de mais de R$ 100 mil da Associação dos Proprietários de um condomínio em Caldas Novas. Nesse sentido, segundo a investigação, parte do dinheiro teria sido usada para bancar despesas pessoais do suspeito e até os honorários do escritório de advocacia que atua na defesa dele no caso da morte da corretora.
Portanto, O filho de Cleber, Maicon Douglas de Oliveira, também foi indiciado. Em seguida, de acordo com o inquérito, entre os gastos considerados irregulares estão quase R$ 30 mil em combustível e manutenção de veículos. De acordo com as apurações, segundo a Polícia Civil, a associação não possuía nenhum veículo próprio.
A investigação identificou ainda o pagamento de R$ 28 mil em escrituras de imóveis particulares de Cleber. Os valores teriam sido pagos com recursos da associação, que era administrada por ele.
Outro gasto apontado pela polícia envolve R$ 18 mil destinados ao escritório de advocacia que defende Cleber no processo relacionado à morte de Daiane. Conforme a investigação, Michael recebeu o dinheiro retirado da conta da associação e depois depositou o valor na conta do advogado.
Além desses pagamentos, o inquérito identificou outros gastos considerados incompatíveis com as finalidades da associação. Somados, os valores ultrapassam R$ 100 mil.
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O novo indiciamento não trata diretamente da morte de Daiane Alves. A investigação conduzida pela Polícia Civil neste inquérito apurou exclusivamente os supostos desvios de recursos da associação.
Daiane foi atacada em 17 de dezembro do ano passado, em um condomínio de Caldas Novas. O corpo dela foi encontrado mais de um mês depois, em uma área de mata.
Segundo as investigações, Daiane e Cléber tinham um histórico de conflitos relacionados à administração de apartamentos no condomínio. As desavenças teriam começado depois que o síndico perdeu a administração de alguns imóveis para a corretora. Ele segue preso pelo crime.
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