A influenciadora digital Virginia Fonseca utilizou suas redes sociais na última terça-feira (16) para compartilhar uma vivência desafiadora durante um passeio pelo Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro, em Nova York. A empresária comunicou aos seus seguidores que sentiu-se indisposta no decorrer da visita, optando por deixar o local antes de concluir o itinerário.
A viagem da influenciadora aos Estados Unidos se dá por motivos profissionais, atuando como correspondente do programa “Domingão com Huck” para cobrir os preparativos da Copa do Mundo de 2026.
Através de vídeos publicados em seus Stories do Instagram, Virginia descreveu as sensações que a acometeram ao percorrer o espaço projetado para honrar a memória das vítimas dos ataques terroristas às Torres Gêmeas, ocorridos em 11 de setembro de 2001.
“Olha, preciso comentar sobre o museu que visitamos. Para quem aprecia história, é um lugar imperdível, com certeza. Mas a energia é densa, é um ambiente triste, entende?”, compartilhou a mãe de Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo, em sua narrativa.
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A proprietária da marca WePink explicou que percebeu uma mudança em seu estado emocional e físico ao longo da visita, sendo profundamente afetada pela atmosfera do local. “Eu, pelo menos, fiquei extremamente abatida. Parecia exausta, arrastando-me… O Lucas Guedez chegou a perguntar: ‘O que está acontecendo?’. A energia é muito pesada, fiquei mal”, detalhou. É comum que locais de memória dedicados a grandes tragédias, como o 11 de Setembro, evoquem reações emocionais intensas nos visitantes, dada a carga histórica e as representações dos eventos.
Diante do grande desconforto, Virginia decidiu não seguir com o tour completo. “Não consegui ver tudo. Realmente não deu para mim, senti vontade de ir embora. Há fotos de pessoas com ferimentos, com sangue, é um cenário difícil de suportar”, relatou.
Apesar da experiência marcante, a personalidade da internet fez questão de reiterar sua recomendação para que todos que se interessem pela história dos atentados visitem o local. “Para quem busca conhecimento histórico, vale a pena conhecer, mas, reforço, é impactante”, concluiu.
Situado no antigo complexo do World Trade Center, conhecido como Marco Zero, em Manhattan, o Memorial e Museu Nacional do 11 de Setembro foi inaugurado em 2014. O espaço tem como objetivo primordial manter viva a memória das quase três mil vítimas dos ataques terroristas que assolaram os Estados Unidos em 2001.
Os atentados daquele dia resultaram em um número próximo de três mil mortos, após aeronaves sequestradas atingirem as Torres Gêmeas, o Pentágono e uma área na Pensilvânia. O museu reúne uma vasta coleção de fotografias, vídeos, depoimentos e artefatos relativos ao trágico episódio, consolidando-se como um dos principais pontos turísticos de Nova York.


