Entre as atividades relatadas estavam práticas esportivas comuns, como caminhada, corrida, ciclismo, natação e tênis. Também foram incluídas práticas do dia a dia com diferentes níveis de intensidade, desde cortar a grama e praticar ioga até subir escadas.
Assim, para medir o nível de atividade física, foi utilizado o chamado equivalente metabólico da tarefa (MET). Esse indicador calcula quanta energia uma atividade consome em comparação ao repouso.
Mais exercícios, maior longevidade
Em um primeiro momento, o estudo avaliou quais atividades estavam mais associadas à redução do risco de morte. A caminhada apareceu em primeiro lugar, com uma redução de 17%, seguida por subir escadas, com queda de 10% no risco.
Entretanto, os resultados mostraram que o benefício maior acontece quando há uma rotina variada de exercícios. Para se ter ideia, combinar diferentes atividades apresentou um risco 19% menor de morte por todas as causas.
Segundo os especialistas, a explicação está no fato de que cada tipo de exercício atua em diferentes aspectos do corpo. A corrida, por exemplo, fortalece o sistema cardiovascular; a musculação contribui para músculos e ossos; já esportes em geral ajudam na coordenação e nos reflexos. Assim, ao combinar diferentes atividades, o organismo recebe estímulos mais completos.


