A pesquisa comparativa foi feita em 17 distribuidoras da capital, entre os dias 30 de março e 7 de abril
O preço do gás de cozinha tem uma variação de até 27% em Goiânia, segundo levantamento do Procon Goiás. Conforme o órgão, o item foi encontrado por valores entre R$ 98 e R$ 125. A pesquisa comparativa foi feita em 17 distribuidoras da capital, entre os dias 30 de março e 7 de abril.
Para efeito de comparação, a cidade foi dividida em quatro regiões: norte, centro-oeste, sul e sudeste. A maior variação, de 27%, foi encontrada em distribuidoras da regia norte. Nesses estabelecimentos, o botijão de gás (GLP) tem sido vendido de R$ 98 a R$ 125.
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Na região sudeste, por sua vez, o gás está sendo encontrado por valores entre R$ 100 a R$ 120, o que representa uma variação de 20%. Já na região centro-oeste, a diferença chega a pouco mais de 19%, com o produto encontrado de R$ 105 a R$ 125.
O levantamento também encontrou uma variação em torno de 13% nas distribuidoras da região sul de Goiânia. O botijão é encontrado entre R$ 110 e R$ 125. Clique aqui e acesse a pesquisa completa.
Orientação
Segundo o superintendente do Procon Goiás, Marco Palmerston, é importante que o consumidor tenha atenção no momento da compra. “O levantamento evidencia que há diferenças significativas de preços entre as distribuidoras, o que torna a pesquisa prévia uma aliada importante para o consumidor. A diferença entre estabelecimentos pode parecer pequena, mas, ao longo de um período, pode se tornar bastante significativa para o orçamento familiar”, afirma.
De acordo com ele, além da economia, é também preciso pensar na segurança. É fundamental que seja verificado se a revendedora é regularizada e tem autorização de funcionamento expedida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A orientação é para que o consumidor prefira estabelecimentos com identificação visível, tenha endereço fixo e canais de contato.
Outra dica importante é verificar se o local informa o preço de forma clara, inclusive se há ou não taxa de entrega. Antes de ser instalado, o consumidor deve observar se o botijão possui lacre intacto e selo de segurança. “A nota fiscal deve sempre ser exigida, pois ela garante direitos em caso de problema”, aponta o Procon Goiás.


