Sobre o tema envolvendo Empresa de Goiás, além disso, empresas brasileiras de diferentes setores têm ampliado suas operações industriais no Paraguai, atraídas por incentivos fiscais, custos de produção menores e proximidade com o mercado brasileiro. Dessa forma, entre elas estão a JBS, fundada em Anápolis (GO), a fabricante de meias Lupo e a indústria têxtil Karsten. Com isso, as companhias abriram fábricas, adquiriram unidades industriais ou passaram a realizar etapas da produção no país vizinho, sem necessariamente encerrar as atividades no Brasil.
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Nesse sentido, em julho de 2026, um levantamento divulgado pela CNN Brasil apontou que pelo menos 179 empresas de capital brasileiro operavam no Paraguai sob o regime de maquila, sistema que oferece benefícios tributários para a produção destinada à exportação. Portanto, desse total, 47 haviam se instalado no país nos cinco anos anteriores. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Empresa de Goiás continuam sendo acompanhados com atenção.
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Em seguida, outro levantamento, da Câmara de Empresários Brasileiros no Paraguai, identificou 232 empresas brasileiras que aderiram ao sistema entre 2007 e março de 2026. De acordo com as apurações, O número considera registros acumulados ao longo de quase duas décadas e não significa que todas as companhias deixaram o Brasil ou que continuem operando no programa. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Empresa de Goiás nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Empresa de Goiás
Por outro lado, entre as empresas brasileiras com operações produtivas documentadas no Paraguai estão: Especialistas destacam que novas atualizações sobre Empresa de Goiás devem surgir em breve.
JBS — Indústria de alimentos Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Empresa de Goiás continuam sendo acompanhados com atenção.

Vale destacar que fundada em 1953, em Anápolis, a JBS anunciou em outubro de 2025 investimentos de US$ 70 milhões na produção de frangos no Paraguai, distribuídos ao longo de dois anos. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Empresa de Goiás nos últimos dias.
Principais pontos e impactos da decisão
Sendo assim, A primeira etapa envolveu a aquisição da Pollos Amanecer, que possui uma fábrica em Doctor Juan Eulogio Estigarribia, no departamento de Caaguazú. Além disso, O projeto prevê ampliar a capacidade da unidade para o processamento de 100 mil aves por dia, com aproximadamente 1,1 mil trabalhadores quando estiver em plena operação.
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Dessa forma, A JBS já havia mantido frigoríficos bovinos no Paraguai, vendidos à Minerva em 2017. Com isso, O novo investimento marca seu retorno à produção industrial no país.
Nesse sentido, A empresa mantém suas operações brasileiras e unidades produtivas em diversos outros países.
O que dizem as partes envolvidas
Lupo — Meias e roupas íntimas

Portanto, A fabricante paulista inaugurou sua primeira fábrica no exterior em 2025, na cidade paraguaia de Ciudad del Este. Em seguida, O investimento foi de R$ 30 milhões.
De acordo com as apurações, A unidade produz meias e tem capacidade para fabricar 20 milhões de pares anualmente. Por outro lado, segundo a empresa, a produção atende principalmente ao mercado brasileiro e também a outras marcas que contratam serviços de fabricação.
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Vale destacar que A Lupo informou ter conseguido reduzir em 15% os custos operacionais com a instalação paraguaia, com expectativa de alcançar uma redução de 30%.
A companhia, entretanto, esclareceu que não transferiu integralmente suas operações para o Paraguai. Sendo assim, as quatro fábricas brasileiras, localizadas em São Paulo, Bahia e Ceará, permanecem em funcionamento.
Karsten — Cama, mesa e banho

A indústria catarinense inaugurou em março de 2026 sua primeira fábrica fora do Brasil, localizada em Minga Guazú, no departamento de Alto Paraná.
A unidade foi instalada para ampliar a produção de artigos de banho, especialmente toalhas destinadas ao mercado brasileiro.
Parte do processo industrial continua no Brasil. O tecido é enviado à unidade paraguaia, onde passa pelas etapas de corte, costura, etiquetagem e embalagem.
Na inauguração, o empreendimento empregava mais de 80 trabalhadores paraguaios. A Karsten mantém suas unidades brasileiras no Vale do Itajaí, em Santa Catarina.
Grupo Dass — Confecção de vestuário

O grupo brasileiro, responsável por operações de marcas esportivas como Fila, Nike e Adidas, anunciou em março de 2026 o início da produção de vestuário no Paraguai por meio da Dasstex.
A unidade está localizada em Mariano Roque Alonso e atende demandas específicas das marcas próprias da companhia.
O Grupo Dass esclareceu que a fábrica paraguaia é dedicada exclusivamente à confecção de roupas e não substitui a fabricação de calçados realizada no Brasil.
A empresa também negou informações divulgadas nas redes sociais segundo as quais estaria transferindo suas fábricas brasileiras para o Paraguai.
Lunelli — Indústria têxtil

A fabricante catarinense de tecidos e roupas mantém operações industriais no Paraguai há vários anos.
Em 2018, a companhia ampliou sua presença no país com uma unidade de beneficiamento têxtil. Atualmente, a empresa possui fábricas no Brasil e no Paraguai, dentro de uma estrutura industrial que abrange diferentes etapas de produção.
Em setembro de 2026, a Federação das Indústrias de Santa Catarina informou que a Lunelli contava com 14 unidades fabris distribuídas entre os dois países, além de mais de 4,2 mil colaboradores diretos.
Wyda — Embalagens de alumínio

A fabricante brasileira de embalagens instalou operações no Paraguai em 2019, com produção voltada principalmente ao abastecimento do mercado brasileiro.
A unidade fabrica rolos de papel-alumínio e integra uma estratégia de expansão internacional do grupo, que também atua em outros países.
Em entrevista à Forbes Brasil, o diretor-executivo Roberto Carvalho informou que a produção paraguaia representava aproximadamente 10% do volume de rolos de alumínio fabricados pelo grupo.
A companhia também tem planos de ampliar a fabricação no país para filmes de PVC e outros tipos de embalagens. Segundo seus representantes, a expansão não prevê redução das operações brasileiras.
Outras empresas preparam investimentos
O movimento também envolve companhias que anunciaram projetos de instalação, mas cuja produção ainda não estava confirmada na etapa de apuração.
É o caso da Döhler, indústria têxtil de Santa Catarina que anunciou a aquisição de uma empresa paraguaia e de uma área em Coronel Oviedo para construir uma unidade de fabricação de colchas.
A companhia informou que o projeto passaria por etapas de documentação, construção e contratação de trabalhadores. Por esse motivo, não foi incluída na relação de fábricas com produção confirmada.
Por que o Paraguai atrai empresas brasileiras?
Um dos principais atrativos é a Lei de Maquila, que permite a instalação de indústrias voltadas à exportação com tratamento tributário diferenciado.
Pela legislação paraguaia, as empresas enquadradas no regime estão sujeitas a um imposto único de 1%, calculado sobre o valor agregado no país ou sobre o valor da fatura de exportação, prevalecendo a base maior.
O sistema também permite a suspensão de determinados tributos aduaneiros sobre a importação de matérias-primas, máquinas e equipamentos utilizados na produção.
Outro fator considerado pelas empresas é o custo da mão de obra. No Paraguai, a jornada regular pode chegar a 48 horas semanais, enquanto no Brasil o limite constitucional é de 44 horas. O país vizinho também oferece custos de energia elétrica menores em determinadas condições, embora enfrente problemas de infraestrutura e distribuição.
A proximidade geográfica é outro aspecto relevante. Parte das fábricas paraguaias utiliza matérias-primas enviadas do Brasil e depois exporta os produtos acabados de volta ao mercado brasileiro.
Segundo o Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai, as exportações realizadas pelo regime de maquila alcançaram US$ 1,148 bilhão entre janeiro e setembro de 2026, crescimento de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Os países do Mercosul receberam 74% dessas exportações, principalmente Brasil e Argentina. Ao fim de setembro, o setor empregava 36,4 mil trabalhadores.
Os números abrangem todas as empresas participantes do regime, independentemente da nacionalidade de seus controladores.
A expansão de empresas brasileiras no Paraguai não significa, necessariamente, o fechamento de unidades no Brasil. Nos casos de Lupo, Karsten, Grupo Dass e Wyda, as companhias informaram que as operações paraguaias integram estratégias de ampliação ou diversificação da capacidade produtiva.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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