Um bebê de 1 ano morreu após sofrer estupro e asfixia no município de Antônio Gonçalves, no norte da Bahia. O caso ocorreu na quinta-feira, 7 de maio. Um homem de 62 anos e a mãe da criança, de 18 anos, foram presos em flagrante no dia seguinte.
A polícia apurou que o homem, conhecido da família, praticou a violência sexual contra a criança. A mãe flagrou a agressão e optou por não denunciar. Ela asfixiou o bebê enquanto o amamentava. A criança recebeu atendimento do Samu e foi levada ao Hospital São Francisco, em Campo Formoso, mas não resistiu.
Homem conhecido da mãe praticou violência sexual
A Delegacia Territorial de Antônio Gonçalves identificou o homem de 62 anos como autor da agressão sexual. Ele mantinha relação de conhecimento com a mãe da vítima. A polícia não detalhou o grau de parentesco ou proximidade. Agentes chegaram ao local após o hospital acionar as autoridades.
Profissionais de saúde notaram indícios de abuso ao examinar a criança. Hematomas e outros sinais levaram ao comunicado imediato à polícia. O Samu transportou o bebê ainda com vida, mas o óbito foi confirmado no hospital. Perícia inicial apontou asfixia como causa associada à morte.
- O homem de 62 anos foi detido por estupro de vulnerável seguido de homicídio.
- A mãe de 18 anos responde por omissão e participação no homicídio.
- Ambos seguem à disposição da Justiça após prisão em flagrante.
- A investigação corre em sigilo na Delegacia Territorial local.
- A prefeitura de Antônio Gonçalves emitiu nota de pesar pela morte da criança.
Mãe decidiu omitir o crime e agiu contra o bebê
A jovem de 18 anos presenciou o estupro. Em vez de interromper ou pedir ajuda, ela escolheu asfixiar o bebê durante a amamentação. A polícia considera essa ação como participação direta no homicídio. Os dois suspeitos foram localizados e presos na sexta-feira, 8 de maio.
Investigadores ouvem testemunhas e analisam laudos médicos. O caso ganhou repercussão regional após a divulgação das prisões. Equipes da Polícia Civil trabalham para esclarecer a sequência exata dos fatos. Nenhum dos detidos teve a identidade completa revelada oficialmente.
Atendimento médico e acionamento da polícia
A criança deu entrada no hospital com quadro grave. Médicos identificaram lesões compatíveis com abuso sexual e sinais de asfixia. O Samu atuou no município e transferiu o paciente para Campo Formoso. A morte foi constatada ainda na unidade de saúde.
O hospital seguiu protocolo obrigatório e comunicou o caso à polícia. Peritos do Instituto Médico Legal foram chamados para exame cadavérico. Resultados preliminares reforçaram a hipótese de estupro seguido de homicídio. A investigação avança com depoimentos e análise de vestígios.
Repercussão local e acompanhamento das investigações
Moradores de Antônio Gonçalves manifestaram consternação com o crime. A prefeitura local divulgou nota oficial lamentando a morte da criança. Autoridades acompanham o trabalho da Polícia Civil. O caso segue sob sigilo para preservar a apuração.
A Justiça deve definir a situação dos presos nos próximos dias. Promotores acompanham o inquérito. Nenhum detalhe adicional sobre possíveis antecedentes dos envolvidos foi divulgado até o momento. A PCBA reforça que as prisões ocorreram em flagrante com base em evidências iniciais.


