Rua do Jardim América pode ganhar nome do fundador do Buteko do Chaguinha; veja

Redação
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Rua do Jardim América pode ganhar nome do fundador do Buteko do Chaguinha; veja

Francisco Chagas de Almeida, o Chaguinha, faleceu em maio de 2023, aos 78 anos. O projeto agora segue para votação em Plenário

Imagem do homenageado

Francisco Chagas de Almeida, o “Chaguinha”, fundou a matriz do bar no Jardim América há 51 anos (Foto: reprodução / redes sociais)

Inglid Martins

A antiga Rua C-155, no Jardim América, pode mudar de nome para homenagear um dos maiores símbolos da boemia e da gastronomia de Goiânia. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal aprovou a mudança do nome da via para Rua Francisco Chagas de Almeida, eternizando o legado do fundador do “Buteko do Chaguinha”. O empresário cearense, que transformou o local em um símbolo da cultura popular da capital, faleceu em maio de 2023, aos 78 anos, após passar mais de cinco meses internado devido a complicações de uma úlcera no intestino.

O projeto de lei agora segue para votação em Plenário. “É uma homenagem singela e significativa para eternizar a memória de um cidadão que dedicou sua vida à construção de um espaço que é símbolo da cultura popular goianiense”, destacou o autor da proposta, vereador Lucas Kitão.

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A mudança cumpre a legislação municipal que permite dar nome de pessoas falecidas a espaços públicos, desde que tenham deixado uma marca relevante na cidade. No caso de Chaguinha, o impacto de seu comércio na identidade do Jardim América garantiu a aprovação sem ressalvas na comissão.

A trajetória de Chaguinha com Goiânia começou cedo. Ele deixou o Nordeste rumo ao Centro-Oeste com apenas 19 anos. Assim que chegou, abriu as portas da primeira unidade do “Buteko do Chaguinha”, bem ali no Jardim América. O negócio prosperou e virou a matriz de uma marca que se expandiu ao longo das décadas, ganhando filiais no Jardim Atlântico e na turística Pirenópolis.

A matriz do bar completou 51 anos de funcionamento, mantendo viva a tradição da culinária de estufa sob o comando da família. O fundador chegou a ficar quase seis meses internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na capital antes de falecer, deixando um legado afetivo na noite goiana, além de esposa, três filhos e sete netos que hoje tocam o negócio.

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