Lei reconhece Rua do Lazer como patrimônio imaterial de Goiânia

Redação
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Lei reconhece Rua do Lazer como patrimônio imaterial de Goiânia

“Reconhecimento visa garantir a preservação de sua história, de seus usos tradicionais e da função social que exerce no espaço urbano, valorizando os saberes, fazeres e práticas culturais que ali se desenvolvem há mais de 40 anos”, justifica autor do projeto

Goiânia reconhece Rua do Lazer como patrimônio imaterial do município

Rua do Lazer permanece como um das poucas vias exclusivas para pedestres no Centro (Foto: Jucimar Sousa – Divulgação)

O prefeito Sandro Mabel (União Brasil) sancionou projeto de lei do vereador Wellington Bessa (DC) que reconhece a Rua do Lazer como patrimônio imaterial do Município de Goiânia. A medida consta no Diário Oficial da capital da última sexta-feira (24).

Segundo o vereador, a importância do local ultrapassa o aspecto físico, uma vez que está intrinsecamente ligada à memória, hábitos sociais e tradições culturais da população goianiense. “O reconhecimento da Rua do Lazer como patrimônio imaterial visa garantir a preservação de sua história, de seus usos tradicionais e da função social que exerce no espaço urbano, valorizando os saberes, fazeres e práticas culturais que ali se desenvolvem há mais de 40 anos”, justifica.

Quanto à via, ela foi inaugurada em 1981 e está localizada na Rua 8, entre a Rua 3 e a Avenida Anhanguera, no coração do Setor Central. O espaço foi concebido como um ambiente voltado para o convívio social, bem como a expressão artística e a promoção da cidadania.

Bessa
Vereador Bessa, autor do projeto (Foto: Mariana Capeletti – Câmara de Goiânia)

“Ao longo das décadas, a Rua do Lazer consolidou-se como ponto de encontro de artistas, estudantes, trabalhadores, turistas e moradores, tornando-se um verdadeiro palco de manifestações culturais, feiras de artesanato, apresentações musicais, intervenções artísticas e atividades comunitárias, desempenhando um papel central na formação da identidade cultural goianiense”, afirmou Bessa.

Ele acredita que o tombamento simbólico da via permitirá a adoção de políticas públicas de valorização e preservação do bem. “Assegurando sua continuidade e adaptação às futuras gerações”, declarou.

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