Algumas espécies de tardígrados também brilham quando expostas à radiação ultravioleta. Isso ocorre por causa de moléculas fluorescentes que convertem a radiação em luz azul, protegendo o DNA do animal. O fenômeno foi descrito em estudo publicado em 2020.
Além disso, o corpo do tardígrado é segmentado, com oito patas e garras, e preenchido por hemolinfa, fluido responsável pelo transporte de nutrientes. A alimentação varia: a maioria consome plantas e algas, mas há espécies predadoras.
Apesar de sobreviverem a quase tudo, o aquecimento global prolongado pode ser um desafio para os tardígrados. Pesquisas da Universidade de Copenhague apontam que o tempo de exposição ao calor pode afetar sua taxa de sobrevivência, principalmente fora do estado de tun.

O que pode acabar com o animal mais resistente do mundo
O fim da vida na Terra só deve acontecer quando o Sol se transformar em uma gigante vermelha, tornando o planeta inabitável até mesmo para os tardígrados. Antes disso, eles devem resistir a quase todas as ameaças, comprovando a incrível resiliência da vida microscópica.

