Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Política

“Vota em mim, Bolsonaro”: imprensa internacional repercute fala de Lula sobre voto de presidiários

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Sobre o tema envolvendo Vota em mim, além disso, O embate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) durante o debate presidencial realizado pela Band, no domingo (18), repercutiu na imprensa internacional. Dessa forma, A troca de provocações sobre o voto de presidiários chamou a atenção de veículos como o espanhol El País e a emissora internacional Al Jazeera, do Catar.

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Com isso, durante a discussão sobre segurança pública, Flávio questionou Lula sobre o suposto apoio de detentos ao presidente e afirmou que ele teria sido eleito com votos de pessoas que cometeram crimes. Nesse sentido, em resposta, o petista ironizou o senador ao dizer que gostaria de receber os votos de toda a população carcerária, inclusive os do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio.

“Eu quero que votem 100%, até teu pai. Portanto, até teu pai. (…) Teu pai pode votar em mim”, declarou Lula. Na sequência, o presidente provocou o adversário: “Vota em mim, Bolsonaro”.

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Flávio rebateu dizendo que o pai não poderia votar em Lula porque, segundo ele, teria sido vítima de perseguição. O senador também acusou o presidente de receber votos de pessoas condenadas por crimes, incluindo estupradores e assaltantes.

Em outro momento do confronto, Lula voltou a provocar o adversário e afirmou que Jair Bolsonaro o conhecia e sabia que ele seria uma opção melhor para o país.

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Vota em mim: O que diz a lei sobre o voto de presos

No Brasil, pessoas presas provisoriamente, que ainda não tiveram condenação criminal definitiva, mantêm o direito de votar. Já quem possui condenação criminal definitiva fica com os direitos políticos suspensos enquanto durarem seus efeitos.

Jair Bolsonaro não poderá votar nas eleições de 2026. O ex-presidente foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses de prisão por sua participação na trama golpista e teve a condenação definitiva em novembro de 2025. Ele cumpre prisão domiciliar e está com os direitos políticos suspensos.

Segundo os dados citados na cobertura do tema, cerca de 12 mil pessoas presas estão aptas a votar nas eleições deste ano.

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Redação Foco Goiás