Sábado, 7 de novembro de 2026
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Virginia Fonseca nega relação com Willer Tomaz após empresa repassar R$ 17,7 milhões à Talismã Digital

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Virginia Fonseca nega relação com Willer Tomaz após empresa repassar R$ 17,7 milhões à Talismã Digital

Além disso, virginia Fonseca negou qualquer relação pessoal ou profissional com o advogado Willer Tomaz em 6 de novembro de 2026. Dessa forma, A manifestação ocorreu por meio de sua assessoria jurídica após notícias apontarem que a empresa AMP Pay Marketing e Negócios, associada a Tomaz, realizou pagamentos milionários para a companhia da influenciadora digital.

Com isso, A apuração indica que Tomaz é alvo de apurações em andamento conduzidas pela Polícia Federal e pelo Supremo Tribunal Federal. Nesse sentido, O nome do advogado acabou relacionado às movimentações financeiras da Talismã Digital, sociedade administrada por Virginia Fonseca e pelo cantor Zé Felipe.

Virginia Fonseca: Repasses financeiros sob análise

As informações sobre os repasses bancários indicam transferências de valores vultosos durante o segundo semestre de 2024. A relação das operações financeiras citadas inclui:

  • R$ 17,7 milhões enviados pela empresa AMP Pay Marketing e Negócios por meio de cinco transferências via Pix
  • R$ 22,4 milhões recebidos no total pela Talismã Digital entre os meses de março e setembro de 2024
  • Ausência do advogado Willer Tomaz como titular formal nos contratos celebrados pela influenciadora

A defesa da empresária divulgou pronunciamento formal para afastar a associação direta entre ela e o advogado investigado.

Nota jurídica nega contato com advogado

O documento divulgado pela equipe de advogados de Virginia declarou que Tomaz não participa das atividades corporativas da influenciadora. A nota afirmou textualmente: “O Sr. Willer Tomaz não figura como parte em qualquer contrato celebrado por Virginia Fonseca, que esclarece, ainda, não conhecê-lo e jamais ter mantido com ele qualquer contato ou tratativa”.

A manifestação jurídica também ressaltou que esclarecimentos sobre operações de terceiros devem ser cobrados de outros responsáveis. “Quanto às informações relativas à atuação de terceiros, à composição societária de empresas ou a eventuais investigações, os questionamentos devem ser direcionados aos respectivos envolvidos, a quem compete prestar os esclarecimentos pertinentes”, complementou o texto oficial.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás