Além disso, A influenciadora digital e apresentadora Virginia Fonseca passou a exibir com frequência em suas produções diárias uma pulseira de fio vermelho com sete nós, dividindo espaço com relógios e joias. Dessa forma, O acessório, notado pelo público nesta quarta-feira (30), tem raízes ligadas a tradições místicas, com destaque para a Cabala, a vertente mística do judaísmo.
Com isso, O uso da peça é feito no pulso esquerdo, considerado simbolicamente pelas tradições espirituais como o canal receptor de energias do corpo humano. A terapeuta integrativa Glaucia Santana, do Espaço Hi, explica que o item atua como uma representação visual de propósitos individuais para quem o carrega no cotidiano.
“Um amuleto não precisa ser visto apenas como um objeto que vai fazer alguma coisa por você. Nesse sentido, para muitas pessoas, ele funciona como uma representação de uma intenção. Portanto, você olha para aquela pulseira e se lembra daquilo que deseja preservar na sua vida, seja equilíbrio, proteção, tranquilidade ou uma energia mais positiva. Em seguida, existe também todo o componente da fé e do significado que cada pessoa atribui ao objeto”, afirmou Glaucia Santana.
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Os 7 nós da pulseira de Virginia Fonseca e as áreas de proteção
Por outro lado, nas correntes contemporâneas que utilizam o cordão vermelho, o algarismo sete aparece associado à ideia de plenitude. Cada nó feito ao longo da linha costuma receber a consagração de um desejo ou a blindagem de um setor específico da rotina de quem o veste.
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- Saúde e integridade física
- Amor e relações afetivas
- Equilíbrio emocional
- Prosperidade financeira
- Harmonia nas decisões
- Proteção contra o mau-olhado
- Paz e tranquilidade
“A ritualização também tem importância. Quando alguém coloca uma pulseira pensando em proteção ou estabelece uma intenção para cada nó, aquele momento pode funcionar como uma pausa de conexão consigo mesmo. Independentemente da crença, existe uma mensagem sendo reforçada toda vez que a pessoa vê aquele objeto no pulso”, declarou a terapeuta.
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A ciência e o efeito psicológico da pulseira vermelha de Virginia Fonseca
Apesar da difusão cultural do acessório, não há comprovação científica de que o cordão funcione como um escudo místico ou barreira física contra energias ruins ou inveja. Especialistas apontam que a eficiência prática da peça atua no campo psicológico, servindo como uma âncora comportamental de foco, autocuidado e bem-estar para o usuário.
Glaucia Santana ponderou que a atribuição de valores subjetivos aos amuletos deve respeitar os limites individuais, sem transformar a crença em promessas materiais: “Quando falamos de práticas integrativas e de bem-estar, precisamos respeitar a subjetividade. Um objeto pode servir como âncora para uma intenção, para uma oração ou simplesmente como lembrete de que aquela pessoa deseja se cuidar e preservar o próprio equilíbrio. O importante é não transformar uma crença em promessa de resultado.”
Virginia Fonseca na esteira do acessório popularizado nos anos 2000
A presença de cordões vermelhos no meio artístico ganhou projeção internacional no início dos anos 2000, quando cantoras e celebridades adeptas da Cabala, como a cantora Madonna, transformaram a fita em símbolo visível. O item voltou a circular em grande escala com influenciadores digitais, que associam práticas holísticas e elementos de autocuidado a produções sofisticadas de vestuário.
“Vivemos uma rotina muito acelerada e buscamos pequenas formas de criar sensação de presença e significado. Às vezes isso acontece durante uma terapia, uma meditação ou um ritual de autocuidado. Para algumas pessoas, pode estar também em algo tão simples quanto uma pulseira. Ela não precisa ter um poder mágico para ter um significado emocional ou espiritual importante para quem usa”, analisou a profissional do Espaço Hi.
Virginia Fonseca não fez pronunciamento oficial para esclarecer se realizou rituais específicos de nós ou se adotou a peça apenas como um complemento estético de estilo em 30 de setembro de 2026.
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