Sobre o tema envolvendo TV falar, além disso, uma corretora de Anápolis é investigada pela Polícia Civil após clientes relatarem prejuízos em negociações de consórcios imobiliários. Dessa forma, uma das denunciantes afirma que ela e familiares transferiram R$ 109,7 mil para a profissional pagar parcelas de quatro consórcios, mas os contratos acabaram cancelados por falta de pagamento. Com isso, A investigação começou após uma das clientes procurar a polícia, e outras pessoas também relataram problemas semelhantes.
Nesse sentido, O caso ganhou repercussão depois que Julliana de Freitas Pinheiro apareceu em uma reportagem como vítima de violência doméstica. Portanto, após a exibição, pessoas que afirmam ter negociado consórcios com ela procuraram a reportagem e a polícia para relatar os próprios casos. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a TV falar continuam sendo acompanhados com atenção.
Em seguida, A Polícia Civil apura as circunstâncias das negociações e ainda deve esclarecer se houve crime. De acordo com as apurações, A defesa da corretora afirma que não houve fraude e classifica o caso como um desacordo comercial. Por outro lado, segundo o advogado, clientes estão sendo ressarcidos e pagamentos já foram realizados. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de TV falar nos últimos dias.
TV falar: Veja reportagem
Pagamento das parcelas
Vale destacar que uma das pessoas que procurou a polícia é uma empresária de 58 anos. Sendo assim, natural de Goiás, ela mora em Portugal há 27 anos e contou para a polícia que conheceu Julliana pelas redes sociais, em 2024. Além disso, segundo a vítima, a corretora apresentou os consórcios como uma oportunidade de investimento. Dessa forma, A proposta era adquirir as cotas e, depois, poder vender as cartas ou obter retorno financeiro. Especialistas destacam que novas atualizações sobre TV falar devem surgir em breve.
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A empresária contratou quatro consórcios imobiliários em seu nome, com cartas de crédito de R$ 3 milhões, R$ 1 milhão e duas de R$ 250 mil. Como tinha dificuldade para fazer as operações pela internet, ela passou a transferir o dinheiro das parcelas para Julliana, que ficava responsável por repassar os pagamentos às administradoras. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a TV falar continuam sendo acompanhados com atenção.
O problema, segundo a denúncia, é que apenas os primeiros pagamentos teriam sido feitos. Depois disso, as administradoras cancelaram os contratos porque as parcelas deixaram de ser pagas.
Ao todo, a mulher e três familiares transferiram R$ 109,7 mil para a corretora. As administradoras devolveram R$ 23.802, e o grupo calcula ter ficado com um prejuízo de R$ 86.292. Outras pessoas que chegaram aos consórcios por indicação da empresária também relataram perdas. Segundo ela, esses casos somariam outros R$ 53,8 mil.
Contemplação de R$ 1 milhão
Outro episódio citado na investigação envolve uma suposta contemplação de uma das cartas de crédito.
Em 2025, segundo a vítima, a corretora informou que uma carta de R$ 1 milhão havia sido contemplada. A cliente afirma que foi orientada a não retirar o dinheiro naquele momento e deixar o valor aplicado por seis meses, com a promessa de receber posteriormente o dinheiro e os rendimentos. O prazo teria terminado em janeiro de 2026, mas o pagamento não aconteceu.
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Diante da demora, a vítima e a filha passaram a registrar conversas com a corretora. Em uma ligação feita em fevereiro, Julliana teria admitido que a contemplação não havia acontecido.

Durante a mesma conversa, ao ser questionada sobre documentos enviados anteriormente, ela teria confirmado que eram falsos. O conteúdo da conversa foi entregue para a polícia em em fevereiro deste ano quando a empresária registrou uma ocorrência.
Clientes dizem que não receberam o dinheiro
Um homem, que também mora em Portugal, também denunciou ter adquirido duas cotas e pago várias parcelas, mas o dinheiro não teria sido repassado corretamente e, apesar de cobranças posteriores, o valor ainda não teria sido devolvido.
Um terceiro cliente relatou ter tido prejuízo de aproximadamente R$ 13 mil, segundo a polícia, e que parte do dinheiro teria sido transferido para contas bancárias da mãe, do pai e da irmã da corretora.
Defesa nega crime
A defesa da corretora nega que ela tenha cometido qualquer crime. O advogado Marcus Vinicius Holanda Serra afirma que as situações relatadas pelos clientes são resultado de um desacordo comercial e que não houve intenção de aplicar golpes.
Segundo a defesa, a corretora passou por problemas pessoais e estava em uma situação de vulnerabilidade emocional. Segundo ele, os clientes estão sendo ressarcidos e os pagamentos já realizados comprovam que existe uma tentativa de solucionar os problemas financeiros.
A Polícia Civil continua investigando o caso.
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