Sobre o tema envolvendo Paul Mackenzie, ![]()
Por Beatriz 2 min de leitura

Além disso, paul Mackenzie, líder de uma seita apocalíptica no Quênia, recebeu pena de 200 anos de prisão nesta sexta-feira (06) pelo assassinato de 190 crianças submetidas a jejum forçado na floresta de Shakahola, perto da cidade costeira de Malindi. A condenação foi proferida pela juíza Diana Kavedza após comprovação de que o réu orientou seguidores a deixar os próprios filhos morrerem de fome para que chegassem ao céu antes do fim do mundo.
A sentença soma 100 anos por homicídio resultante da fome provocada e outros 100 anos por homicídio doloso direto, além de punições que variam de 10 a 160 anos de reclusão contra 28 cúmplices envolvidos na violência sistemática.
Dessa forma, vítimas que tentavam romper a abstinência forçada de alimentos eram agredidas, amarradas e trancadas em alojamentos improvisados dentro da mata densa. As buscas policiais iniciadas em abril de 2023 revelaram cadáveres espalhados em valas clandestinas, latrinas e pontos onde algumas pessoas foram enterradas vivas.
Qual a punição fixada pelo tribunal contra Paul Mackenzie e os cúmplices?
- Condenação principal: 200 anos de prisão para Paul Mackenzie, divididos igualmente entre homicídio por inanição e homicídio direto.
- Sentença dos cúmplices: 28 colaboradores receberam penas de 10 a 160 anos de reclusão.
- Total de vítimas no processo: 190 crianças e um adulto examinados especificamente nesta ação penal.
- Alcance total da tragédia: 448 corpos recuperados na floresta e suspeita de 500 mortes somadas áreas vizinhas.
𝟮𝟬𝟬 𝗬𝗘𝗔𝗥𝗦 𝗕𝗘𝗛𝗜𝗡𝗗 𝗕𝗔𝗥𝗦 𝗙𝗢𝗥 𝗚𝗢𝗢𝗗 𝗡𝗘𝗪𝗦 𝗜𝗡𝗧𝗘𝗥𝗡𝗔𝗧𝗜𝗢𝗡𝗔𝗟 𝗖𝗛𝗨𝗥𝗖𝗛 𝗙𝗢𝗨𝗡𝗗𝗘𝗥 𝗣𝗔𝗨𝗟 𝗡𝗧𝗛𝗘𝗡𝗚𝗘 𝗠𝗔𝗖𝗞𝗘𝗡𝗭𝗜𝗘
Doomsday cult leader and Good News International Church founder Paul Nthenge Mackenzie has been sentenced to a… pic.twitter.com/JzsRRsozxk
— DCI KENYA (@DCI_Kenya) November 6, 2026
Ficha do caso do massacre na floresta de Shakahola
- Local da condenação: tenda judicial montada em Malindi, no leste do Quênia.
- Data da sentença: 06 de novembro de 2026.
- Magistrada responsável: juíza Diana Kavedza.
- Próximo passo da defesa: o advogado Lawrence Obonyo declarou que apresentará recurso contra a decisão.
Mackenzie esteve sob monitoramento policial a partir de 2017 e teve seu templo formal fechado por autoridades locais em 2019, momento em que transferiu suas atividades religiosas para a área isolada de Shakahola. O líder responde ainda a um processo separado pela morte de 52 pessoas encontradas em um vilarejo a 30 quilômetros da mata.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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