Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua

Redação
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Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua

Encontro acontece às 8h30 no Cepal do Setor Sul

Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua

Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua (Foto: Sintego)

Os trabalhadores da Educação de Goiânia realizam, nesta terça-feira (19), uma nova assembleia para definir se eles continuam a greve iniciada na última semana. A informação foi confirmada ao Mais Goiás pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) e o encontro acontece às 8h30 no Cepal do Setor Sul.

Entre as principais reivindicações estão o plano de carreira dos administrativos, o pagamento das progressões, o reajuste do piso salarial dos professores, a data-base e a aplicação das leis do descongela e do enquadramento.

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O Mais Goiás tentou contato com a presidente do Sintego, Ludmylla Morais, para saber acerca de uma audiência de conciliação com o município nesta tarde de segunda-feira (18). Até o fechamento, não houve retorno.

Da mesma forma, o portal procurou o município para um posicionamento e aguarda uma resposta. Essa matéria poderá ser atualizada.

Trabalhadores da Educação de Goiânia fazem nova assembleia para definir se greve continua
(Foto: Sintego)

Cronograma dos atos em Goiânia

Na semana passada, de terça-feira a quinta, a categoria visitou escolas e conversou com os trabalhadores, pedindo apoio. Na sexta-feira (15), ocorreram visitas às feiras e terminais, e ato em frente ao Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia (Imas).

Presidente do Sintego, Ludmylla Morais revelou na ocasião que a categoria tenta negociar há 1 ano e 5 meses e, até o momento, a única coisa que a prefeitura diz é que vai estudar as pautas. “Não dá para falar em terminar greve com estudo das propostas. Não vamos voltar com base em estudos, é preciso ter propostas.”

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Ela emendou: “Nunca quisemos a greve, mas ela aconteceu por necessidade. A paciência da categoria acabou. Quanto mais a prefeitura insistir em não apresentar proposta, pior para a sociedade.” A presidente também reforçou que a greve ocorre dentro da legalidade, respeitando a porcentagem de trabalhadores em atuação.

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