Quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Goiás

Defesa alega ‘surto psicótico’ e pede soltura da suspeita de matar Delson Carlos

Defesa alega surto psicótico em caso de Delson Carlos
Defesa alega ‘surto psicótico’ e pede soltura da suspeita de matar Delson Carlos

Sobre o tema envolvendo Defesa alega, além disso, A defesa de Renata de Almeida Pedreira e Sousa, presa pela morte do jornalista Delson Carlos, protocolou pedido de revogação da prisão preventiva na 3ª Vara dos Crimes Dolosos contra a Vida de Goiânia. Dessa forma, os advogados sustentam que, no momento do crime, a dentista enfrentava um grave surto psicótico provocado por intoxicação medicamentosa por sedativos, o que teria comprometido sua capacidade de compreender o caráter ilícito de seus atos.

Com isso, segundo o pedido, a condição clínica da investigada é respaldada por vídeos, depoimentos e outros elementos já anexados ao processo. Nesse sentido, para a defesa, manter a prisão preventiva seria uma medida desproporcional diante das circunstâncias apresentadas. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Defesa alega continuam sendo acompanhados com atenção.

LEIA MAIS: Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Defesa alega nos últimos dias.

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Portanto, os advogados do escritório Neville e Maia também argumentam que Renata é ré primária, possui bons antecedentes, residência fixa e exerce a profissão de dentista, fatores que, segundo a defesa, afastariam o risco à ordem pública ou à instrução criminal. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Defesa alega devem surgir em breve.

Em seguida, outro ponto levantado é que, caso a Justiça reconheça ao fim do processo a inimputabilidade da acusada, a consequência jurídica seria a aplicação de uma medida de segurança, e não de pena privativa de liberdade. Por isso, a defesa afirma que a prisão preventiva afrontaria o chamado princípio da homogeneidade.

Além do pedido de revogação da prisão, o escritório informou que desistiu do habeas corpus que havia sido protocolado em favor da investigada.

Defesa alega
Bope teve que arrombar apartamento com explosivos e render com arma de choque, em Goiânia (Foto: PM)

Relembre o caso

Delson Carlos foi morto a facadas na noite de 24 de julho, dentro do apartamento onde morava, no Setor Bueno, em Goiânia. A principal suspeita do crime é Renata de Almeida, amiga do jornalista há mais de dez anos.

De acordo com a Polícia Militar, quatro pessoas estavam no imóvel quando uma discussão começou. Mesmo ferido, Delson tentou escapar, mas morreu no corredor do quinto andar do edifício. O cachorro do jornalista também foi morto durante o episódio.

Após o crime, Renata permaneceu trancada no apartamento por cerca de quatro horas. Ela foi retirada do local por equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), teve a prisão em flagrante convertida em preventiva e segue à disposição da Justiça.

Defesa alega surto psicótico em caso de Delson Carlos
Advogada permaneceu trancada no apartamento por cerca de quatro horas antes de ser contida por policiais (Foto: reprodução / redes sociais)

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Redação Foco Goiás