Terça-feira, 3 de novembro de 2026
Goiás

‘Tudo estava no chão’: empresária tenta reconstruir loja atingida por caminhonete no setor Marista, em Goiânia

‘tudo-estava-no-chao’:-empresaria-tenta-reconstruir-loja-atingida-por-caminhonete-no-setor-marista,-em-goiania

Sobre o tema envolvendo Tudo estava no, além disso, depois de quatro anos investindo no próprio negócio, a empresária Lilian Brandão viu parte do trabalho ser destruída quando uma caminhonete invadiu sua loja, a Lilian Brandão Multimarcas, na Avenida 85, no Setor Marista, em Goiânia. Dessa forma, A colisão ocorreu na madrugada de 28 de outubro e danificou a fachada, os móveis planejados e outras estruturas do comércio. Com isso, desde então, ela tenta recuperar o espaço para retomar as vendas, suspensas desde o acidente.

  • Caminhonete desgovernada invade loja de roupas e causa prejuízo estimado em R$ 100 mil no Setor Marista, em Goiânia

Nesse sentido, em entrevista ao Mais Goiás, Lilian contou que recebeu diversas ligações e mensagens por volta da meia-noite, enquanto dormia. Portanto, uma vizinha enviou uma foto dos vidros quebrados, e ela foi até o local para entender o que havia acontecido. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Tudo estava no continuam sendo acompanhados com atenção.

“Quando eu cheguei lá, foi um desespero. Em seguida, estava tudo no chão, tudo. De acordo com as apurações, tinha quebrado os móveis… Algumas roupas ficaram intactas, mas foram poucas”, relatou. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Tudo estava no nos últimos dias.

Tudo estava no
Manequim e estilhaços de vidro ficaram espalhados pela loja após a caminhonete invadir o espaço (Foto: Arquivo pessoal)

Por outro lado, há quatro anos, a empresária mantém a multimarcas em uma galeria no Setor Marista. Vale destacar que O espaço foi montado aos poucos, com investimentos em móveis planejados e materiais de qualidade. Sendo assim, antes da batida, a única mudança que ela pretendia fazer era trocar o piso.

“São quatro anos de trabalho. Além disso, eu fui construindo devagar, porque queria coisas boas para a loja. Dessa forma, os móveis são muito caros, e eu sempre investi muito. Com isso, A loja já estava do jeito que eu queria”, contou.

Tudo estava no: Colisão destruiu fachada e móveis

Nesse sentido, A caminhonete atingiu a entrada e avançou parcialmente para dentro do comércio. Com o impacto, foram danificados os vidros da frente e da lateral, a porta de ferro e as letras de LED da fachada.

Tudo estava no - detalhe 2
Loja ficou destruída após caminhonete invadir o espaço (Foto: arquivo pessoal)

A parte interna também sofreu estragos. Entre os itens atingidos estão uma arara de roupas, o balcão central feito sob medida, espelhos, pufes do provador e um banco que teve as pernas entortadas. Na primeira avaliação, Lilian estimou o prejuízo em cerca de R$ 100 mil.

Ela explicou ainda que não possui seguro que cubra danos provocados por colisões de veículos. Apesar de pagar apólices relacionadas a incêndio e à galeria, nenhuma delas contempla esse tipo de ocorrência.

Empresária teme perder vendas no fim do ano

Com as portas fechadas, Lilian deixou de receber clientes presencialmente, mas as despesas continuam. Entre os custos mensais estão aluguel, IPTU, energia, água e taxa de limpeza da galeria.

“Eu dependo das vendas para manter a loja. São várias coisas para pagar, como aluguel, IPTU, energia, água… Quanto antes a gente voltar, melhor, porque com a loja fechada eu não tenho vendas”, explicou.

  • Capotamento na GO-346 deixa bebê, criança de 6 anos e outras três pessoas feridas em Cabeceiras

Os reparos já começaram. A porta central e os vidros foram instalados, mas a conclusão dos serviços ainda depende do trabalho do marceneiro e da entrega dos móveis planejados. A comerciante não tem uma data definida para reabrir, mas espera finalizar tudo o quanto antes.

A preocupação é ainda maior porque novembro e dezembro costumam concentrar um movimento intenso no comércio.

“Eu quero reabrir o quanto antes, porque novembro e dezembro são muito bons de vendas. Estamos trabalhando dia e noite para conseguir deixar tudo pronto”, afirmou.

Empresária acredita que acidente poderia ter terminado em tragédia

Além dos danos materiais, Lilian ficou abalada ao perceber que poderia estar no local no momento da colisão. O ponto mais atingido era justamente onde ela costumava se sentar, atrás do balcão central.

Ela contou que frequentemente permanecia no comércio até 20h30 ou 21h e aproveitava o período da noite para gravar vídeos. Na hora da batida, porém, não havia clientes nem funcionários no local

Caminhonete aparece após atingir a fachada da Lilian Brandão Multimarcas, no Setor Marista (Vídeo: reprodução)

“Se eu estivesse na loja, provavelmente teria morrido. O impacto foi muito grande. Eu ficava justamente onde aconteceu a parte mais forte da batida”, disse.

Apesar do abalo, a empresária afirma que está concentrada em recuperar o negócio e espera retomar a rotina em breve.

“A gente fica muito abalada, porque tudo o que eu construí estava ali. Mas estamos reconstruindo tudo. Se Deus quiser, logo vou voltar”, declarou.

Relembre o caso

A caminhonete invadiu a Lilian Brandão Multimarcas na madrugada de 28 de outubro. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o motorista perdeu o controle do veículo após sair da Avenida 136 e atingiu a fachada do comércio, na Avenida 85, no Setor Marista.

Câmera de segurança flagra caminhonete desgovernada após sair da Avenida 136 (Vídeo: reprodução)

O condutor estava acompanhado da esposa. Os dois não ficaram feridos e permaneceram no local após a colisão. Na ocasião, o motorista se comprometeu a arcar com os danos causados.

Leia também

  • Motociclista é arremessado após ser atingido por caminhonete em rotatória de Iporá; veja vídeo
  • Acidente entre carreta e caminhonete deixa um morto e outro ferido na BR-158, em Jataí
  • Jovem de 21 anos morre após caminhonete capotar na GO-070, em Itaberaí

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Investidores retiram US$ 3,6 bilhões da Binance após ataque hacker

Avatar photo

Redação Foco Goiás