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Portal Go 62 > Blog > Brasil > STF barra IPTU baseado no tamanho do imóvel por inconstitucionalidade
Brasil

STF barra IPTU baseado no tamanho do imóvel por inconstitucionalidade

Redação
Atualizado em 4 de setembro de 2026 12:03
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Sobre o tema envolvendo STF barra, além disso, O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, em 17 de agosto de 2026, que as prefeituras não podem estabelecer taxas do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) usando somente a metragem do imóvel como critério. Dessa forma, A decisão unânime estabelece um novo limite para a tributação municipal.

Com isso, O entendimento da Corte aponta que a Constituição Federal permite que o imposto seja progressivo de acordo com o valor da propriedade. Além disso, a lei maior autoriza alíquotas distintas considerando a localização e a finalidade de uso do bem, mas exclui o tamanho como base para essa variação. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a STF barra continuam sendo acompanhados com atenção.

Nesse sentido, O veredito resultou do julgamento de um recurso que teve repercussão geral reconhecida. Portanto, este mecanismo legal garante que a interpretação definida pelo Supremo sirva de diretriz para situações idênticas em todas as localidades do Brasil. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de STF barra nos últimos dias.

Em seguida, O processo examinado pelos ministros teve origem em uma legislação de Chapecó, em Santa Catarina. De acordo com as apurações, essa norma municipal instituía uma taxa de 1% de IPTU para imóveis cuja área construída fosse de 400 metros quadrados ou mais. Especialistas destacam que novas atualizações sobre STF barra devem surgir em breve.

Mais sobre o assunto: Cidade dos EUA intensifica caça a motoristas que escondem carros para fugir de impostos Vale ressaltar que os aspectos relacionados a STF barra continuam sendo acompanhados com atenção.

Por outro lado, A lei local havia sido previamente julgada como inconstitucional pela Justiça de Santa Catarina. Vale destacar que foi contra essa decisão que o município de Chapecó apresentou recurso ao Supremo Tribunal Federal.

Na defesa da regra, a administração municipal de Chapecó sustentou que uma área construída de maior porte indicaria uma utilização mais intensiva do solo urbano. Por essa razão, justificaria uma carga tributária superior.

O ministro Dias Toffoli, relator do processo, não aceitou o argumento da prefeitura. Ele explicou que, após a aprovação da Emenda Constitucional 29, em 2000, a Constituição passou a autorizar a progressividade fiscal do IPTU baseada no valor do imóvel, bem como a determinação de alíquotas diferentes de acordo com a localização e a finalidade da propriedade.

Em seu voto, o ministro Toffoli declarou que a extensão da área do imóvel não figura entre os parâmetros constitucionalmente permitidos para a aplicação de uma cobrança distinta do imposto.

Saiba mais: STF estende prazo para aprovação de lucros e dividendos da lei 15270/2025 até janeiro de 2026

O magistrado também afirmou que o Supremo já consolidou a interpretação de que fixar alíquotas com base na área da propriedade configura uma progressividade do tributo, e não seletividade.

Conforme o relator, a dimensão do imóvel não se equipara ao seu valor, localização ou finalidade. Assim, as cidades não têm autonomia para instituir novos critérios de progressividade tributária que extrapolem o que está previsto na Constituição Federal.

STF barra
STF – Jefferson Bernardes/Shutterstock.com

STF barra: Entendimento definitivo do Supremo sobre a cobrança do IPTU

Ao término da sessão de julgamento, o plenário do STF referendou a tese de repercussão geral, que estabelece: “É inconstitucional a fixação, por lei municipal posterior à Emenda Constitucional nº 29/2000, de alíquota do IPTU em razão da área do imóvel”.

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Impacto da decisão do STF sobre a cobrança do IPTU para proprietários

A resolução do Supremo não impede que as administrações municipais apliquem um IPTU mais elevado para propriedades que possuam um valor de mercado superior.

O Supremo Tribunal Federal, contudo, vedou que a metragem do imóvel, isoladamente, seja o fator determinante para elevar a alíquota do imposto.

No mesmo tema: Supremo Tribunal Federal limita multas acessórias a 60% do tributo garantindo proporcionalidade fiscal

De acordo com a Corte, a Carta Magna permite que a progressividade do tributo seja aplicada somente em função do valor venal da propriedade, ou por meio de diferenciações vinculadas à localização ou à sua destinação.

Critérios utilizados para o cálculo do Imposto Predial e Territorial Urbano

O Imposto Predial e Territorial Urbano é determinado a partir do valor venal do imóvel. Este é um montante estimado pela prefeitura, representando o valor de mercado da propriedade para fins de arrecadação fiscal.

Naturalmente, quanto mais elevado o valor venal, maior será o montante a ser pago pelo imposto.

Conforme estabelecido pelo STF, a Constituição autoriza a variação das alíquotas do IPTU de acordo com o valor, a localização e a utilização do imóvel, mas proíbe que essa variação ocorra em função da área da propriedade.

Mais sobre o assunto: Novas teses do STJ consolidam regras para créditos de PIS/Pasep e ICMS-Difal

Situação prática que demonstra a aplicação da nova regra do IPTU

Consideremos dois imóveis residenciais situados na mesma vizinhança, ambos sujeitos a uma alíquota de 1% para o IPTU.

  • Imóvel A: com valor venal de R$ 300 mil
  • Imóvel B: com valor venal de R$ 600 mil

Diante dessa configuração, os valores do imposto seriam calculados da seguinte forma:

  • Imóvel A pagaria 1% de R$ 300 mil, totalizando R$ 3 mil de IPTU anualmente.
  • Imóvel B, por ter valor venal de R$ 600 mil, pagaria 1% desse montante, ou seja, R$ 6 mil de IPTU por ano.

Com a regra validada pelo STF, o acréscimo no imposto ocorre devido ao maior valor do imóvel, e não em razão de possuir uma metragem quadrada superior.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Contents
STF barra: Entendimento definitivo do Supremo sobre a cobrança do IPTUImpacto da decisão do STF sobre a cobrança do IPTU para proprietáriosCritérios utilizados para o cálculo do Imposto Predial e Territorial UrbanoSituação prática que demonstra a aplicação da nova regra do IPTU

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