Domingo, 1 de novembro de 2026
Goiás

Siamesas do interior de SP chegam a Goiânia para separação

Siamesas do interior
Siamesas do interior de SP chegam a Goiânia para separação

Sobre o tema envolvendo Siamesas do interior, além disso, O Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad) recebeu as gêmeas siamesas Maria Helena e Maria Eva, de 3 meses, nesta segunda-feira (27). Dessa forma, as bebês são naturais do estado de São Paulo e se preparam para a futura cirurgia de separação, que será conduzida pelo cirurgião pediátrico Zacharias Calil.

Com isso, conforme a Secretaria de Estado de Saúde de Goiás (SES-GO), as irmãs nasceram unidas pelo abdômen. Nesse sentido, A partir deste momento, elas serão acompanhadas por uma equipe multiprofissional da unidade. Portanto, inicialmente, serão feitos exames, avaliações clínicas e o planejamento das etapas necessárias ao tratamento.

Em seguida, A estratégia cirúrgica será definida conforme a evolução clínica e os resultados das avaliações. De acordo com as apurações, caberá às equipes médicas envolvidas, conforme critérios técnicos e as condições clínicas das pacientes, apontar as condutas assistenciais.

Por outro lado, ainda não há definição da data para a realização da cirurgia de separação. As crianças são filhas de Ana Paula Maia, de 19 anos, e Vinícius da Silva Boita, de 20 anos. Eles são de Salto, interior de São Paulo.

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Ao O Popular, a mãe das crianças demonstrou otimismo. “A confiança que temos no doutor é algo que não conseguimos pôr em palavras. Sei que teremos uma cirurgia abençoada.”

Esta é a primeira gestação de Ana. “Descobrimos com 13 semanas de gestação. Foi um grande susto, porque, até então, não sabíamos nem que eram dois bebês”, detalhou.

Siamesas do interior
Maria Helena e Maria Eva (Foto: SES-GO)

Nas redes sociais, Zacharias Calil divulgou vídeo com a família. “Vamos, na próxima quarta-feira (29), avaliar para a cirurgia plástica para colocar os expansores. E aí, vamos programar. Não há pressa, vamos trabalhar com toda a segurança possível.”

Segundo o médico, o caso é viável e a idade das bebês ajuda bastante. Ele também esclareceu que todo o procedimento é feito pelo SUS. “É um procedimento de altíssimo custo, mas, graças a Deus, temos o SUS no Brasil.”

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Redação Foco Goiás