“Resta prisão”, diz Nikolas sobre pedido de indiciamento de ministros e PGR

Redação
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“Resta prisão”, diz Nikolas sobre pedido de indiciamento de ministros e PGR

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto

Deputado Federal Nikolas Ferreira, em entrevista para o portal Metrópoles
1 de 1 Deputado Federal Nikolas Ferreira, em entrevista para o portal Metrópoles – Foto:

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou, nesta terça-feira (14/4), sobre o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, que pede o indiciamento, por crimes de responsabilidade, dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.

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Em publicação no X, Nikolas afirmou que o impeachment é pouco para os ministros do Supremo Tribunal Federal e o procurador, restando apenas a prisão.

Sempre falei… impeachment é pouco. O que resta é prisão. pic.twitter.com/jVYjd1dK1Q

— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) April 14, 2026

Os magistrados do Supremo e o PGR teriam, segundo o relatório de Vieira, “condutas consideradas incompatíveis com o exercício de suas funções”. Veja:

  • Alexandre de Moraes: é apontado por atuar em processos nos quais haveria impedimento, diante de relações financeiras envolvendo o escritório de sua esposa com empresa investigada, além de suposta atuação para restringir o alcance das apurações da CPI.
  • Dias Toffoli: são citados julgamentos em situação de suspeição, em razão de vínculos empresariais indiretos com investigados, além de decisões e comportamentos que, segundo o documento, indicariam conflito de interesses e interferência em investigações.
  • Gilmar Mendes: conduta incompatível com o decoro ao anular medidas investigativas e determinar a inutilização de dados relevantes, o que, segundo a CPI, teria comprometido apurações.
  • Paulo Gonet: o documento sustenta que houve omissão diante de indícios considerados robustos contra autoridades, caracterizando, na avaliação da comissão, falha no cumprimento de suas atribuições institucionais.

“[O relatório] expõe a profundidade da infiltração do crime organizado no Estado brasileiro. O documento traz um diagnóstico detalhado do funcionamento do crime organizado no Brasil, abordando desde a ocupação territorial por facções e milícias até a infiltração em setores econômicos formais e no próprio poder público”, diz Vieira, em nota.

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