Sobre o tema envolvendo Polícia do Chile, além disso, O Primeiro Comando da Capital teve sua primeira célula operacional desarticulada no Chile após uma ação coordenada pela Polícia de Investigações e pela Promotoria Regional Metropolitana Sul. Dessa forma, A ofensiva atingiu 20 suspeitos vinculados à organização criminosa brasileira por meio de mandados judiciais cumpridos simultaneamente em residências particulares e em estabelecimentos penitenciários do país.
As diligências da chamada Operação Sintonía 1533 começaram às 5h de segunda-feira, 28 de setembro de 2026, com o objetivo de conter a formação de bases territoriais da facção paulista no território chileno. Com isso, O nome da operação remete ao código numérico associado à sigla do grupo criminoso. Nesse sentido, segundo o ministro da Segurança Pública do Chile, Martín Arrau, a confirmação das atividades da quadrilha representa um novo alerta de segurança pública. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Polícia do Chile continuam sendo acompanhados com atenção.
Polícia do Chile: Operação Sintonía 1533 atinge presídios de Arica a Lebu
Portanto, A força-tarefa executou incursões coordenadas que se estenderam pelo território chileno, desde a região norte até o centro-sul. Em seguida, dos 20 alvos atingidos pelas medidas de custódia, 13 já cumpriam pena por outros delitos e acabaram isolados nas celas para responder às novas acusações de organização criminosa. Outros cinco suspeitos foram detidos em residências particulares sob ordens judiciais de prisão preventiva, enquanto dois homens foram capturados em flagrante delito ao serem surpreendidos em posse de armamentos e entorpecentes pelas equipes de campo.
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A operação mobilizou equipes da Brigada Antinarcóticos Metropolitana Sul, chefiada pelo subprefeito Pablo Godoy, além do comando de Erick Menay, chefe nacional contra o Crime Organizado da corporação. A ação teve como foco interromper fluxos de comunicação mantidos entre presidiários e integrantes em liberdade que coordenavam transferências patrimoniais e remessas de materiais ilícitos.
- 24 residências vistoriadas durante os cumprimentos de busca e apreensão
- 9 unidades prisionais alvos de intervenções policiais simultâneas
- 5 armas de fogo de alto calibre apreendidas durante os mandados
- Mais de 3 quilos de cocaína recolhidos em poder dos investigados
- Munições e aparelhos de telefone celular confiscados para perícia técnica
Como o PCC operava o recrutamento e rituais no território chileno?
As apurações das autoridades chilenas duraram mais de dois anos, após serem iniciadas em 2022 a partir da apreensão de aparelhos telefônicos pela polícia de São Paulo. Os arquivos continham cadastros formais e registros de rituais de batismo aplicados para aceitar cidadãos locais nas fileiras da organização criminosa, sob instruções repassadas diretamente por lideranças sediadas no Brasil. O monitoramento contou com a colaboração internacional de agências norte-americanas, incluindo a Administração de Combate às Drogas e a agência federal de investigações dos Estados Unidos.
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O promotor regional da Promotoria Metropolitana Sul, Héctor Barros, afirmou que a estrutura já estava começando o seu funcionamento e participava da execução de crimes antes de ser desfeita pelas equipes policiais. As autoridades também apuram a conexão de um suspeito que permanece foragido com a morte de um policial de Carabineros, ocorrida em 27 de agosto de 2026. A ofensiva buscou impedir que o grupo criasse raízes operacionais semelhantes às que mantém em outros países da América do Sul.
Etapas da investigação contra a célula criminosa no Chile
- Ano de 2022: início do inquérito após o compartilhamento de registros apreendidos pelo Ministério Público de São Paulo
- 27 de agosto de 2026: homicídio de um agente de Carabineros investigado por suposto vínculo com foragido do grupo
- Segunda-feira, 28 de setembro de 2026: deflagração dos mandados de busca e prisão em domicílios e penitenciárias chilenas
- Quinta-feira, 1 de outubro de 2026: audiência judicial designada para a formalização das acusações contra os 20 investigados
Os 20 detidos permanecem sob custódia das autoridades chilenas e aguardam a audiência judicial de formalização das acusações e de fixação das medidas cautelares na quinta-feira, 1 de outubro de 2026. A qualificação e a identidade completas dos investigados seguem em sigilo parcial determinado pela Justiça até a realização da sessão perante o tribunal.
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