Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
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Nunes culpa ‘volume gigantesco de água’ por alagamentos em São Paulo

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Nunes culpa ‘volume gigantesco de água’ por alagamentos em São Paulo

Prefeito afirmou que chuva desta quarta (14) corresponde a 40% do previsto para outubro na cidade. Túnel do Anhangabaú, no centro, ficou alagado no sentido da avenida 9 de Julho

Nunes culpa 'volume gigantesco de água' por alagamentos em São Paulo

Além disso, © Wilson Dias/Agência Brasil Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Nunes culpa continuam sendo acompanhados com atenção.

Folhapress Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Nunes culpa nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Nunes culpa

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), culpou o “volume gigantesco de água” pelo alagamento do túnel do Anhangabaú, no centro de São Paulo. Dessa forma, um deslizamento na Brasilândia, zona norte, também causou a morte de uma mulher. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Nunes culpa devem surgir em breve.

Com isso, nesta quarta-feira (14), a chuva forte causou alagamentos em vários pontos da cidade, como a avenida 23 de Maio.

Nesse sentido, um deles foi o túnel do Anhangabaú. Portanto, O espaço ficou alagado no sentido da avenida 9 de Julho, com destino à zona sul da cidade. Em seguida, pelo menos 12 carros e 2 ônibus ficaram danificados.

“Tem um rio embaixo que é o rio Anhangabaú, o rio Saracura que vem dentro ali por baixo da 9 de Julho, o rio Itororó que vem pela 23 de maio, o rio Bixiga, que cai dentro do Saracura e ainda o rio Augusta. De acordo com as apurações, todos esses rios eles acabam desaguando ali no rio Anhangabaú, que é justamente onde tá o túnel do Anhangabaú. Por outro lado, então é um volume de água gigantesco”, disse Nunes.

O prefeito afirmou que, nesta quarta-feira, choveu 40% do previsto para o mês de outubro e que funcionários da prefeitura drenaram a água do túnel.

“Em menos de uma hora conseguimos reduzir a água, com a ação das bombas fixas do túnel do Anhangabaú e das bombas emergenciais dos caminhões que ficam de plantão 24 horas para serem acionadas”, disse Nunes.

O temporal levou a Defesa Civil a emitir 45 alertas de riscos para cidades paulistas. Segundo o coronel Araújo Monteiro, já estava previsto um volume mais expressivo em alguns pontos do estado. O maior volume registrado foi de 73 mm em 24h na Vila Clementino, na zona sul da capital paulista.

No mesmo período, o Jardim Aeroporto, em São José do Rio Preto (a 440 km da capital paulista) acumulou 48 mm, o segundo maior indicador do estado.

Na região central da capital paulista, segundo a gestão municipal, choveu 42 milímetros em 40 minutos, 37% dos 112 mm previstos para o mês em toda a cidade.

Foram três alertas severos de celular enviados pela Defesa Civil na tarde desta quarta. Às 15h20, o texto informou que havia chuva se espalhando pela região metropolitana de São Paulo. O segundo, às 15h42, apontava para o deslocamento para zonas norte e leste, além do centro. O último, às 16h, foi para quem estava na zona sul.

No mesmo horário do segundo alerta, o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) acionou o aviso amarelo de atenção para alagamentos na cidade, que foi elevado para alerta vermelho pouco depois em parte dos bairros centrais e na zona sul, como a Vila Mariana.

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Redação Foco Goiás