Sobre o tema envolvendo mãe esperou, além disso, Portanto, A família de Oxiley Costa Santos, 42, passou 15 anos sem saber o que havia acontecido com ele, que, em 2011, saiu de Palmeiras de Goiás com R$ 450 no bolso a caminho de Goiânia e nunca mais deu notícias. Dessa forma, O que os parentes não sabiam é que seu corpo havia sido encontrado naquele mesmo ano, com sinais de violência, e permanecia, desde então, sem identificação no Instituto Médico Legal (IML).
Com isso, A espera terminou nesta segunda-feira (2/11), Dia de Finados, quando uma nova tecnologia biométrica permitiu que Polícia Civil de Goiás (PCGO) utilizasse uma impressão digital parcial para determinar a identidade. Nesse sentido, O sepultamento aconteceu na quarta-feira (4). Vale ressaltar que os aspectos relacionados a mãe esperou continuam sendo acompanhados com atenção.
Além disso, Portanto, A família de Oxiley Costa Santos, 42, passou 15 anos sem saber o que havia acontecido com ele, que, em 2011, saiu de Palmeiras de Goiás com R$ 450 no bolso a caminho de Goiânia e nunca mais deu notícias. Em seguida, O caso se soma a outro episódio de identificação tardia na capital, o do corpo de advogado desaparecido identificado três anos depois em Goiânia. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de mãe esperou nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre mãe esperou
“Minha mãe esperou por 15 anos. De acordo com as apurações, aos 88, ela é evangélica e orava a Deus todo dia pedindo para trazer ele de volta. Por outro lado, trouxe morto, mas pelo menos ela enterrou ele hoje”, contou Ulisses Costa Santos, irmão de Oxiley, em entrevista exclusiva ao Mais Goiás. Vale destacar que O trabalho foi concluído por agentes da Superintendência de Identificação Humana (SIH) da corporação, após o cruzamento de dados biométricos com pesquisas biográficas e levantamentos em bancos de dados. Sendo assim, O procedimento também permitiu encaminhar novas informações à Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), que poderá retomar a apuração da morte.
Leia mais Especialistas destacam que novas atualizações sobre mãe esperou devem surgir em breve.
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Sonho de tentar a vida na capital
Além disso, ulisses conta que Oxiley deixou a casa da família, em Palmeiras de Goiás, com o sonho de tentar a vida na capital. Antes da viagem, recebeu R$ 450 da mãe para comprar a passagem até Goiânia. Depois disso, os parentes não tiveram mais notícias dele. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a mãe esperou continuam sendo acompanhados com atenção.
A família não chegou a registrar o desaparecimento, visto que Oxiley tinha o hábito de passar longos períodos longe de casa, sem estabelecer comunicação. O irmão lembra que uma vez, o homem saiu de casa com apenas R$ 10 e ficou oito meses sem dar notícias. Por isso, inicialmente, a ausência não foi tratada como algo incomum. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de mãe esperou nos últimos dias.
Dessa vez, porém, Oxiley não voltou. Os anos passaram sem que a família soubesse o que havia acontecido. Ulisses descreve o irmão como um homem trabalhador e honesto. Segundo ele, apesar das dificuldades pessoais, Oxiley não tinha o hábito de se envolver em confusões e costumava honrar os compromissos financeiros que assumia. A mãe manteve a esperança de reencontrar o filho. De acordo com Ulisses, ela orava diariamente para que ele voltasse para casa. “Minha mãe tem 88 anos, ia morrer sem saber o paradeiro do meu irmão”, afirmou.
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Descoberta começou pelas redes sociais
Até então com uma impressão digital fragmentada, a Polícia Civil não tinha recursos suficientes para antecipar a identificação de Oxiley. A história começou a mudar quando uma papiloscopista da PCGO encontrou, na segunda quinzena de outubro, uma publicação que pedia ajuda para encontrá-lo e encaminhou as informações à Divisão de Políticas para Pessoas Desaparecidas. Em entrevista exclusiva ao Mais Goiás, Antônio Maciel Aguiar Filho, coordenador da divisão e autoridade central da política estadual de busca, revelou que o departamento iniciou uma pesquisa que resultou na localização da ficha civil de Oxiley.
Até então com uma impressão digital fragmentada, a Polícia Civil não tinha recursos suficientes para antecipar a identificação de Oxiley. A tecnologia usada para comparar fragmentos de impressões digitais também é explicada nesta matéria sobre o trabalho do Instituto de Identificação de Goiás com sistemas de biometria.
“Ele estava desaparecido há aproximadamente 15 anos e o estado da decomposição dificultou a coleta da biometria integral. Mesmo assim, técnicos à época coletaram as parciais e as preservamos para realizar uma futura análise, a qual concluímos agora. A partir da publicação nas redes sociais, a gente procedeu à pesquisa biográfica primeiro, depois conseguimos a ficha civil dele e, a partir da planilha datiloscópica, fizemos uma pesquisa no nosso banco”, explicou Maciel.
A equipe também consultou o acervo do Instituto Médico Legal (IML). Foi quando encontrou o registro de um cadáver não identificado, localizado em 2011 na região da Esplanada dos Anicuns, na Rua dos Ferroviários, em Goiânia.

O desfecho ocorreu dias depois, com auxílio de uma tecnologia que permite comparar impressões digitais e outros dados biométricos com registros armazenados em bancos de dados diversos. “Com o auxílio do ABIS (Sistema Automatizado de Identificação Biométrica), a Polícia Civil cruzou as informações e encontrou uma correspondência entre o fragmento coletado no corpo e a ficha biométrica de Oxiley”.
Na época, o corpo estava em avançado estado de decomposição, o que dificultou o reconhecimento. Mesmo assim, foram coletados fragmentos de impressões digitais, preservados para uma futura análise.
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Investigação pode ser retomada
A identificação também trouxe novas possibilidades para a investigação da morte de Oxiley. O corpo foi encontrado em 2011 com sinais de violência, incluindo perfurações compatíveis com facadas e traumatismo craniano. De acordo com Maciel, o exame cadavérico realizado na época apontou que a morte ocorreu por “ação de instrumento contundente”.
Após a conclusão dos procedimentos de identificação humana, a equipe encaminhou o laudo e o material técnico à Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), responsável pela apuração de mortes violentas. Segundo o coordenador, a confirmação da identidade poderá permitir a retomada da investigação referente ao boletim de ocorrência registrado em 2011.
Até o momento, nenhum suspeito foi identificado.

Para a família, a descoberta encerrou a espera pelo paradeiro de Oxiley, mas deixou outra questão em aberto: o que aconteceu com ele depois que saiu de Palmeiras de Goiás para tentar a vida em Goiânia. Agora, os parentes esperam que a investigação esclareça as circunstâncias da morte e identifique os responsáveis.
“Quem fez isso com meu irmão vai se ver com Deus, da lei dele ninguém escapa. Oxilei era um trabalhador, homem honesto”, lamentou Ulisses.
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