Sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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‘Missão que Deus colocou em nossas mãos’: casal conhece 5 irmãos em instituição de acolhimento e decide adotá-los em Anápolis

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Sobre o tema envolvendo Missão que Deus, além disso, O representante comercial Joel Barros, de 44 anos, e a professora Valéria dos Reis, de 48, compartilharam durante os 13 anos de casamento o desejo de serem pais. Dessa forma, depois de tentativas e tratamentos para engravidar, o casal passou a considerar a adoção como uma maneira de realizar o sonho de formar uma família. Com isso, O que inicialmente era a possibilidade de receber duas crianças em casa se transformou em uma decisão ainda maior: acolher cinco irmãos de uma só vez, em Anápolis, na região Central de Goiás.

Nesse sentido, A aproximação com a história dos irmãos aconteceu por meio do Instituto Cristão Evangélico (ICE), instituição que o casal conheceu em ações sociais da Assembleia de Deus do Maracanãzinho, igreja onde congrega. Portanto, com o passar do tempo, Valéria conseguiu uma vaga como mãe auxiliadora no local e passou a acompanhar de perto a rotina das crianças acolhidas. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Missão que Deus continuam sendo acompanhados com atenção.

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Em seguida, em entrevista ao Mais Goiás, Joel contou que a experiência da esposa na instituição também o aproximou daquele universo. De acordo com as apurações, nos fins de semana em que Valéria trabalhava, ele costumava visitar o instituto e passar a tarde com as crianças, jogando bola e tomando sorvete. Por outro lado, foi nesse convívio que conheceu Rayane, de 14 anos; Laura, de 12; Yarin, de 10; Lucas, de 7; e Samuel, de 6. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Missão que Deus nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre Missão que Deus

Vale destacar que A relação começou com brincadeiras, abraços e conversas. Sendo assim, segundo Joel, os cinco o chamavam de “tio” e demonstravam carinho durante as visitas. Além disso, A convivência fez com que ele e Valéria passassem a enxergar nos irmãos a possibilidade de ampliar a família. Embora já tivessem conversado sobre a adoção de duas crianças, os dois começaram a considerar a chegada dos cinco. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Missão que Deus devem surgir em breve.

“Eu passei a observá-los, então Valéria e eu conversamos, entramos em concordância e também em oração. Dessa forma, fomos pedir a Deus se realmente era essa missão que Ele colocaria em nossas mãos”, contou.

Com isso, depois de tomar a decisão, Joel e Valéria buscaram informações sobre os procedimentos legais e deram início ao processo de adoção. Segundo ele, o casal passou por todas as etapas exigidas, que incluíram encontros e entrevistas com psicólogos, assistentes sociais, advogados e representantes da Justiça.

Principais pontos e impactos da decisão

Nesse sentido, O primeiro encontro formal com os irmãos foi um dos momentos mais marcantes dessa trajetória. Portanto, joel lembra que a ocasião foi acompanhada de emoção tanto pelos adultos quanto pelas crianças.

Momento do encontro de Joel e Keila Valéria com os cinco irmãos durante o processo de adoção (Vídeo: arquivo pessoal)

“Foi um dia que ficou marcado em nossos corações e também no coração deles. Em seguida, um momento de muito choro e também de muita alegria de ambas as partes”, disse.

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Na sequência, começou o período de vinculação, etapa de aproximação em que os futuros pais e as crianças constroem uma relação de confiança antes da mudança definitiva para a nova casa. Joel conta que essa fase exigiu paciência, pois alguns dos irmãos passaram a apresentar comportamentos mais infantis.

“Foi uma das partes desafiadoras. Alguns regrediram, passaram a ficar mais ‘bebezezinhos’. No processo de aproximação acontece muito isso”, relatou.

Nova rotina e construção de um lar

A chegada dos cinco irmãos também exigiu mudanças na organização da casa. O casal precisou trocar de carro para acomodar todos e providenciar a transferência das crianças de escola. Além das adaptações práticas, Joel e Valéria passaram a construir uma rotina que contemplasse as necessidades de cada um.

Para Joel, um dos momentos mais emocionantes aconteceu quando os irmãos chegaram à nova residência. A gratidão demonstrada pelas crianças por terem um lar e um espaço próprio marcou o início da convivência.

Missão que Deus
Joel Barros e Valéria ao lado dos cinco filhos (Foto: arquivo pessoal)

“Eles são muito gratos por terem um lar, por terem seus quartos, onde podem dizer: ‘Agora estou em casa, esses são os meus pais, essa é a minha família’. Eles diziam: ‘Obrigado, papai. Obrigado, mamãe’”, contou.

Sete meses depois da chegada das crianças, Joel descreve a convivência como positiva, embora reconheça que a criação de cinco irmãos exige dedicação. A rotina familiar é marcada por momentos juntos, afeto, ensinamentos e disciplina. Segundo ele, as afinidades entre os integrantes da casa também foram aparecendo com o passar do tempo.

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“Temos muitos momentos de qualidade em família. Até parece que eles saíram de dentro de nós, parece que já estávamos juntos há anos”, afirmou.

A música é uma das atividades que fazem parte do cotidiano da família. De acordo com Joel, as três filhas mais velhas tocam instrumentos e participam de um projeto e da orquestra da igreja.

Casal defende adoção de crianças e grupos de irmãos

Ao falar sobre a experiência, Joel afirma que a adoção não depende necessariamente de uma condição financeira elevada, mas da disposição para oferecer cuidado, afeto e um lar. Ele também incentiva pessoas interessadas em adotar a considerar crianças mais velhas e grupos de irmãos, que precisam de oportunidades para crescer juntos.

“Não precisa de riqueza para fazer a diferença. A maior riqueza é termos um lar onde haja paz, alegria, amor e carinho”, declarou.

Para ele, a possibilidade de crescer em família representa mais do que ter uma casa. Significa contar com referências de cuidado, receber carinho e ter pessoas com quem compartilhar a vida.

“Tem muitas crianças que estão em um orfanato. O que mais elas querem é apenas um pai ou uma mãe que dê amor, afeto, carinho e um lar onde elas possam dizer: ‘Eu venci’. Essa é a maior riqueza que existe: a família, o maior patrimônio”, afirmou.

Ao incentivar outras pessoas a considerar a adoção, Joel reforça que a formação de uma família exige disposição para acolher e construir uma relação de afeto. Para ele, a experiência dos últimos meses mostrou que a chegada dos cinco irmãos transformou a vida de todos e concretizou o desejo que ele e Valéria carregavam havia anos.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás