Instituto testou cenários com diferentes nomes do PT
Levantamento mostra Daniel com 41,2% cotra 23,3% de Marconi (Fotos: Rômullo Carvalho – Secom Goiás e PSDB)
Levantamento Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (18) mostra o governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), liderando os cenários de primeiro turno verificados. O emedebista oscila entre 41,2% e 42,3% nos dois recortes.
No primeiro, Daniel tem 41,2% e é seguido à distância pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB) com 23,3%. Depois aparecem o senador Wilder Morais (PL), com 10,3%, e a deputada federal Adriana Accorsi (PT), com 6,2%.
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Completam a lista Cíntia Dias (PSol), 2,3%, e Telêmaco Brandão (Novo), 0,5%. A opção não sabe ou não opinou somou 5,3%, enquanto 8% responderam nenhum, branco ou nulo.

Já no segundo cenário, Daniel Vilela tem 42,3% e Marconi Perillo aparece com 24,8%. Em seguida, vem Wilder Morais, 10,5%; Luis Cesar Bueno (PT), 3,9%; Cíntia Dias, 2,7%
Telemaco Brandão, 0,4%; não sabe/não opinou, 5,7%; e nenhum, branco e nulo, 9,6%.
A pesquisa aconteceu entre 15 e 17 de maio de 2026 e ouviu 1.350 eleitores em 62 municípios. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº GO-02070/2026.
Queixas
Na última semana, Marconi publicou nota em que critica pesquisas eleitorais divulgadas no Estado. Segundo ele, “pesquisar é como o gestor escuta o que a porta do gabinete não deixa entrar”, mas “existe uma linha que separa avaliação de governo de pesquisa eleitoral”.
Segundo o ex-governador, “quando um instituto cruza essa linha, a régua muda. O destinatário deixa de ser o gestor e passa a ser o cidadão. E o goiano está prestes a tomar a decisão mais cara que existe numa democracia: escolher quem vai mexer com a vida dele pelos próximos quatro anos. Honestidade do entrevistador é uma coisa. Legitimidade da fonte que pesquisa é outra. Pesquisa eleitoral séria precisa das duas”.
Desta forma, o tucano disse que encaminhará à bancada federal do PSDB uma sugestão de projeto de lei. A proposta é para que todo instituto relacione publicamente seus contratos com governos, prefeituras, autarquias e empresas estatais dos últimos cinco anos ao divulgar uma pesquisa eleitoral.
“Quem paga, aparece. O eleitor olha, pesa e decide se confia. Do jeito que está hoje, é impossível pesar. E sem pesar, é impossível confiar”, afirma.


