O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de perigo para tempestades em diversas regiões do país nesta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026. O aviso abrange todo o estado de São Paulo e se estende a Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. A validade do alerta vai até as 23h59, com possibilidade de chuvas intensas e ventos fortes.
São Paulo aparece como o estado mais afetado, com volumes de chuva que podem chegar a 100 mm em algumas áreas. Autoridades locais já registram pontos de alagamento em bairros da capital paulista nas primeiras horas do dia. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas de São Paulo mantém monitoramento constante.
As condições meteorológicas resultam da combinação de uma frente fria com áreas de instabilidade no Centro-Sul do país. Essas chuvas ocorrem em pleno verão, período típico de eventos extremos na região.
Regiões afetadas pelo alerta
O alerta laranja atinge sete estados brasileiros de forma integral ou parcial. São Paulo concentra os maiores volumes previstos, seguido por áreas do sul de Minas Gerais e do oeste do Paraná.
- São Paulo: todo o território, incluindo capital, interior e litoral.
- Minas Gerais: centro-sul e Triângulo Mineiro.
- Rio de Janeiro: regiões serrana e metropolitana.
- Goiás: sul e sudoeste do estado.
- Mato Grosso do Sul: grande parte do território.
- Paraná: oeste e sudoeste.
- Santa Catarina: oeste e planalto sul.
Essas áreas enfrentam risco elevado de eventos severos ao longo do dia. O Inmet atualiza os mapas periodicamente para ajustar as zonas de maior intensidade.
Previsão de volumes e intensidade
O Inmet prevê chuvas entre 30 e 60 mm por hora em pontos isolados. Os acumulados diários podem variar de 50 a 100 mm, valores suficientes para causar transtornos significativos.
Ventos intensos acompanham as tempestades, com rajadas entre 60 e 100 km/h. A possibilidade de queda de granizo existe especialmente no interior paulista e no oeste paranaense. Essas condições se concentram principalmente no período da tarde e noite.
A capital São Paulo já registra pancadas moderadas desde o início da manhã. Outras cidades como Campinas, Sorocaba e Ribeirão Preto também enfrentam instabilidade semelhante.
Riscos associados às tempestades
As tempestades trazem risco de corte de energia elétrica em diversas localidades. Queda de árvores e galhos ocorre com frequência nessas situações de vento forte.
Alagamentos urbanos representam o principal perigo nas grandes cidades. Estragos em plantações afetam áreas rurais de São Paulo e Minas Gerais. A Defesa Civil orienta a população a evitar áreas de risco conhecido.
Recomendações das autoridades
O Inmet recomenda evitar abrigo sob árvores durante rajadas de vento. Veículos não devem estacionar próximos a torres de transmissão ou placas de publicidade.
Em caso de alagamentos, as autoridades pedem que motoristas não enfrentem ruas inundadas. Aparelhos elétricos devem ser desligados da tomada quando possível. Moradores de áreas de encosta precisam redobrar a atenção.
A Defesa Civil de São Paulo mantém equipes em prontidão em todos os municípios. O órgão envia alertas por SMS para cadastrados na região afetada.
Contexto climático do verão
O verão brasileiro apresenta padrão típico de chuvas intensas no Centro-Sul. A presença de umidade vinda da Amazônia combina com frentes frias para formar essas tempestades.
Janeiro registra historicamente altos volumes de precipitação em São Paulo. Os acumulados mensais frequentemente superam 200 mm na capital. Esse cenário se repete em 2026 com episódios recorrentes de instabilidade.
As mudanças no regime de chuvas afetam o planejamento urbano em diversas cidades. Investimentos em drenagem tornam-se necessários para reduzir impactos.
Impactos registrados até o momento
Bairros da zona sul de São Paulo entraram em estado de atenção para alagamentos nas primeiras horas. O Corpo de Bombeiros atende ocorrências de queda de árvores em rodovias do interior.
Aeroportos operam normalmente, mas com possibilidade de atrasos no período da tarde. Concessionárias de energia monitoram a rede para restabelecer fornecimento rapidamente. Escolas mantêm atividades, mas com orientação para pais sobre transporte.
Medidas preventivas adotadas
Municípios paulistas ativaram planos de contingência para chuvas fortes. Equipes de limpeza urbana trabalham na desobstrução de bocas de lobo.
Órgãos de trânsito reforçam monitoramento em pontos críticos de alagamento. A população recebe orientações constantes por aplicativos e redes oficiais. Empresas de transporte público preparam rotas alternativas.
Essas ações visam minimizar transtornos durante o período de alerta. A coordenação entre órgãos estaduais e municipais facilita a resposta rápida.
Perspectiva para os próximos dias
A instabilidade persiste em parte das regiões afetadas nos dias seguintes. Volumes menores são esperados a partir de quinta-feira em São Paulo.
Outras áreas do Centro-Sul ainda podem registrar pancadas isoladas. O Inmet acompanha a evolução do sistema meteorológico. Novos alertas serão emitidos conforme necessário.
A população deve manter atenção às atualizações oficiais ao longo da semana.


