Sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Injeção para cabelo em salão mata professora em Ceilândia

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Injeção para cabelo em salão mata professora em Ceilândia

Sobre o tema envolvendo Injeção para cabelo, além disso, A professora Lidiane Gomes de Souza Alves, de 50 anos, morreu no dia 5 de setembro de 2026 em Ceilândia, no Distrito Federal, após receber uma injeção para combater a queda de cabelo em um salão de beleza situado no Setor P. Dessa forma, O estabelecimento ofereceu uma fórmula injetável com promessa de fortalecer os fios no momento em que a cliente fazia as unhas.

Com isso, O marido da vítima, Valdeci Alves dos Santos, relatou que a aplicação ocorreu no glúteo e que os sintomas surgiram rapidamente. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Injeção para cabelo continuam sendo acompanhados com atenção.

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Injeção para cabelo: Reação alérgica grave após atendimento estético

Valdeci Alves dos Santos encontrou a esposa em estado crítico logo após o procedimento. “Nós moramos muito perto do salão, então ela veio logo para casa. Nesse sentido, quando chegou, ela estava bem ofegante e transpirando muito. Portanto, eu perguntei o que tinha acontecido e ela me disse que tinha tomado um coquetel para o cabelo, mas já estava com dificuldade para falar”, declarou o marido.

Em seguida, valdeci Alves dos Santos transportou a mulher em seu carro particular em direção à Unidade de Pronto Atendimento do P Norte. De acordo com as apurações, lidiane Gomes de Souza Alves desmaiou no trajeto antes de dar entrada na unidade de saúde.

Atendimento de emergência na UPA do P Norte

Por outro lado, os profissionais da UPA do P Norte iniciaram manobras imediatas de reanimação cardíaca.

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“Nós conseguimos atendimento rápido e ela chegou a ser reanimada. Mas teve um choque anafilático por conta da reação alérgica ao medicamento que tomou e não resistiu”, relatou Valdeci Alves dos Santos ao citar que o prontuário registrou sete paradas cardíacas.

Identificação do coquetel e abandono do hospital

O marido voltou ao salão de beleza no Setor P durante o atendimento médico para descobrir qual produto havia sido injetado. A mulher que administrou a substância afirmou ser biomédica e alegou que outras pessoas já tinham recebido o mesmo coquetel capilar. A profissional foi com Valdeci Alves dos Santos até a unidade de socorro, mas fugiu após o óbito ser confirmado pelos médicos.

O viúvo Valdeci entrou em desespero.

Alergias preexistentes e histórico de saúde da vítima

A professora convivia com bronquite asmática desde a infância e possuía sensibilidade alérgica diagnosticada a determinados remédios, quadro clínico que não foi questionado pela responsável pela aplicação no estabelecimento antes de ministrar a substância nos glúteos da paciente. Ela tinha uma filha de 26 anos graduada em medicina que mora no Paraná.

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  • Aplicação de injeção capilar no glúteo oferecida no salão de beleza do Setor P
  • Primeiros sintomas de sufocamento e sudorese registrados na residência da vítima
  • Perda de consciência da paciente durante transporte para a UPA do P Norte
  • Sete paradas cardíacas constatadas no boletim de atendimento hospitalar

Inquérito por exercício ilegal da medicina na PCDF

A mulher que aplicou o composto compareceu à 15ª Delegacia de Polícia com advogado no dia 11 de setembro de 2026 e exerceu o direito de permanecer em silêncio durante o interrogatório.

Uma funcionária responsável pelo setor de cabeleireiro e uma cliente que estava no salão prestaram declarações aos agentes. A Polícia Civil do Distrito Federal apura o fato por meio da 23ª Delegacia de Polícia, localizada no Setor P Sul, sob a classificação de homicídio culposo e exercício ilegal da medicina.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás