The Guardian afirmou que o adversário do petista, o senador Flávio Bolsonaro, passou meses contra a mudança, mas mudou de posição recentemente
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Além disso, imprensa internacional repercute votação da 6×1: ‘Vitória de Lula’ (Foto: Ricardo Stuckert – PR)
Dessa forma, A imprensa internacional classificou como “vitória de Lula” a aprovação em dois turnos da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a escala 6×1. Com isso, nesta quinta-feira (15), o Financial Times disse que a mudança era uma das principais bandeiras do presidente petista.
“O Legislativo brasileiro votou pelo fim da semana de trabalho de seis dias na maior economia da América Latina, cumprindo uma promessa emblemática do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pouco mais de uma semana antes de o político de esquerda enfrentar um segundo turno eleitoral”, escreveu o jornal dos Estados Unidos. Nesse sentido, A manchete foi: “Brasil acaba com a semana de trabalho de seis dias em vitória para Lula.” Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Imprensa internacional continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, já o britânico The Guardian trouxe o título: “Brasil reduz semana de trabalho para 40 horas em vitória para Lula antes do segundo turno.” Segundo o veículo de comunicação, a alteração constitucional pode chegar a mais de 30 milhões de trabalhadores. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Imprensa internacional nos últimos dias.
Em seguida, O jornal também afirmou que o adversário de Lula, o senador Flávio Bolsonaro (PL), passou meses contra a mudança, mas mudou de posição recentemente. De acordo com as apurações, segundo o veículo de comunicação, somente o ex-vice de Jair Bolsonaro (PL), Hamilton Mourão (Republicanos), votou contra a PEC.
Outro portal britânico, o International News, tratou do tema e informou que as novas regras serão implementadas de forma gradual. A PEC passou em dois turnos na quarta-feira (14) com 75 votos favoráveis e um contrário em cada turno. O texto agora segue para a promulgação.
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PEC da 6×1
Pelo texto, a jornada máxima cairá das atuais 44 para 40 horas semanais, mas haverá uma transição para a mudança. 60 dias depois da promulgação, o limite será reduzido para 42 horas por semana e o trabalhador já terá direito a dois dias de repouso remunerado.
Doze meses depois, a jornada máxima cairá definitivamente para 40 horas. Um dos dias de descanso deverá ser, preferencialmente, o domingo. Com aprovação, o texto vai à promulgação.
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