Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Política

Ana Paula Rezende aponta ‘amadorismo’ na campanha do PL em Goiás e critica busca do MDB por cargos

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Ana Paula Rezende aponta ‘amadorismo’ na campanha do PL em Goiás e critica busca do MDB por cargos

Além disso, A advogada Ana Paula Rezende (PL) avaliou como amadora a campanha do senador e candidato ao governo de Goiás pelo PL, Wilder Morais, em entrevista ao O Popular, nesta quinta-feira (15). Dessa forma, A filha do ex-prefeito e ex-governador Iris Rezende (MDB) foi vice na chapa que terminou na segunda colocação, com menos de 22% dos votos válidos. Com isso, no primeiro turno, Daniel Vilela (MDB) foi reeleito com quase 60% da preferência do eleitor.

“Eu senti a campanha um pouco amadora. Nesse sentido, eu nunca conversei com eles e não falei porque eu não era a candidata. Portanto, eu segui e fiz a campanha que eu queria fazer e acho que foi a certa. Em seguida, mas eu acho que a campanha no todo teve erros, sim. De acordo com as apurações, mais de amadorismo. Por outro lado, não sei se porque eles nunca tinham participado de uma campanha ao governo, que não é brincadeira. Vale destacar que É uma campanha muito pesada”, observou. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Ana Paula continuam sendo acompanhados com atenção.

Ana Paula cita que já viveu muitas campanhas, mas não no PL, por isso não sabia se poderia opinar. “Eu fiquei mais realmente na minha, fazendo a minha campanha, mas eu enxergava alguns erros. O resultado é a vontade do povo, é soberana. Mas eu acho que o candidato não conseguiu… Ou o marketing, a campanha em si, não conseguiu mostrar que o Wilder era o melhor candidato. Porque, eu conhecendo os dois lados, eu não tenho dúvida de falar: o Wilder era o melhor candidato”, afirmou.

Contexto e detalhes sobre Ana Paula

Na ocasião, ela também aproveitou para criticar o antigo partido do pai, o MDB, por buscar uma aliança com o PL e o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) por supostos cargos. “Eu fico vendo o MDB agora aí com esse apoio ao PL; parece que está todo mundo muito preocupado com o poder, com cargo. Eu estou distante disso. Eu não quero nem estar muito por dentro disso, não quero estar muito presente.

Vou continuar trabalhando para o Flávio até o dia 25. Vou trabalhar para que ele seja vitorioso, vou fazer a minha parte como eu fiz no primeiro turno. Mas não vou participar dessas conversas de apoio, porque não é isso que eu quero.”

Segundo ela, o atual MDB não representa o legado de Iris. “A cada dia que passa, mais eu vejo que esse legado que meu pai deixou não pode ser esquecido. Essa política verdadeira, aquela que eu vivi, está acabando. Então eu vou lutar para que essa história continue, para que essa política não acabe. Eu sinto que o meu papel hoje é esse.

Então, é difícil eu falar de apoio do Daniel ao PL, até porque o MDB perdeu muito o sentido em si, do partido em si. Então, eu não vou entrar nessas conversas e nem vou participar de nada disso. Que seja feito lá o que eles acharem melhor.”

Para ela, a derrota na primeira eleição não foi fácil, mas o sentimento é de vitória. “Eu vivi nesta campanha dias muito importantes para a minha vida. Eu curei muita coisa. Eu matei a saudade do meu pai, da minha mãe. Eu encontrei o meu lugar”, declarou.  Ela reforçou que a decisão de ir para o PL foi difícil, mas pensada, e o partido lhe deu toda a liberdade. 

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Redação Foco Goiás