Domingo, 1 de novembro de 2026
Goiás

IBGE vai coletar sangue de moradores em casa pela 1ª vez; veja por que e saiba como não cair em golpe

IBGE coleta sangue em casa pela primeira vez
IBGE vai coletar sangue de moradores em casa pela 1ª vez; veja por que e saiba como não cair em golpe

Sobre o tema envolvendo IBGE vai coletar, além disso, moradores de todo o país podem receber, nos próximos meses, a visita de um entrevistador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para participar da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026. Dessa forma, A novidade desta edição é que, pela primeira vez, parte dos participantes também poderá fazer exames de sangue e urina dentro de casa. Com isso, A pesquisa está sendo realizada desde 7 de julho e segue até 30 de novembro, com previsão de visitar cerca de 140 mil domicílios.

Nesse sentido, A coleta de sangue será feita com cerca de 15 mil a 20 mil pessoas com 35 anos ou mais que vivem em capitais e regiões metropolitanas. Portanto, por meio dos exames, o levantamento vai analisar colesterol (total, HDL e LDL), hemoglobina glicada, hemograma, creatinina e ácido úrico. Em seguida, A coleta também vai verificar sorologia para chikungunya e a presença de chumbo e mercúrio, metais pesados relacionados à contaminação ambiental. De acordo com as apurações, na urina, serão avaliados sódio, potássio e creatinina. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a IBGE vai coletar continuam sendo acompanhados com atenção.

Por outro lado, os moradores selecionados vão ser avisados previamente e terão a coleta agendada. Vale destacar que na data marcada, um profissional de um laboratório parceiro do IBGE irá até a residência para realizar os exames de sangue e urina. Sendo assim, após o procedimento, cada participante receberá os resultados dos próprios exames em até 20 dias.

A iniciativa é realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde e busca reunir informações sobre as condições de saúde da população brasileira. Ao todo, cerca de 1,8 mil entrevistadores participam do trabalho de campo.

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Pesquisa também terá entrevista

A coleta de sangue é apenas uma das etapas da pesquisa. Os entrevistadores também vão fazer perguntas sobre diferentes aspectos da vida e da saúde dos moradores.

O questionário aborda doenças crônicas, saúde mental, alimentação, prática de atividade física, tabagismo, saúde bucal, saúde da mulher e da população idosa. Também são investigados acidentes, violência, doenças transmissíveis, deficiência, planos de saúde e utilização dos serviços de atendimento médico.

Esta é a terceira edição da pesquisa. Os levantamentos anteriores foram realizados em 2013 e 2019. Como a metodologia permite a comparação entre as edições, os dados podem mostrar como o perfil de saúde dos brasileiros mudou ao longo dos últimos anos.

Como saber se a visita é realmente do IBGE?

A presença de entrevistadores nas casas pode gerar preocupação com golpes. Por isso, o instituto orienta os moradores a verificarem a identificação do profissional antes de fornecer informações.

IBGE vai coletar

Os entrevistadores devem estar com crachá, uniforme institucional e equipamento eletrônico utilizado na coleta dos dados.

Quem tiver dúvida pode conferir a identidade do pesquisador no portal “Respondendo ao IBGE” ou entrar em contato pelo telefone gratuito 0800 721 8181. O serviço funciona de segunda a sábado, das 8h às 21h30, no horário de Brasília.

Um ponto importante é que o IBGE não cobra pela participação na pesquisa. O entrevistador também não deve pedir senha bancária, número de cartão, transferência por Pix ou qualquer tipo de depósito.

As informações fornecidas pelos participantes são protegidas por sigilo estatístico e não podem ser divulgadas individualmente.

Por que o IBGE está fazendo a pesquisa?

A PNS funciona como um retrato das condições de saúde da população brasileira. Os dados coletados podem ser utilizados para orientar o planejamento de políticas públicas e ações de saúde.

Com a inclusão dos exames laboratoriais, o levantamento passa a contar também com informações obtidas diretamente do organismo dos participantes. Isso pode ajudar a identificar alterações que muitas vezes não são percebidas no dia a dia, como níveis elevados de colesterol ou alterações relacionadas ao diabetes.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás