Sobre o tema envolvendo América do Sul, 
Ataque de Drones – PHOTOCREO Michal Bednarek/Shutterstock.com
O governo dos Estados Unidos começou a transferir aeronaves não tripuladas de combate para a América do Sul em 18 de setembro de 2026, com o objetivo de reforçar ações armadas contra organizações do narcotráfico internacional. Além disso, A medida amplia o cerco militar.
Contexto e detalhes sobre América do Sul
Dessa forma, os equipamentos despachados pertencem ao modelo MQ-9 Reaper, dotados de capacidade simultânea de reconhecimento e bombardeio, sendo retirados de bases operacionais na África para integração direta às forças do Comando Sul do Exército norte-americano, o Southcom, conforme informações repassadas por seis autoridades de Washington.
Com isso, O MQ-9 Reaper voa em média altitude com autonomia estendida e figura entre as peças bélicas mais modernas do Exército dos EUA. Nesse sentido, os dispositivos executam tarefas integradas de espionagem e ofensiva com disparos precisos. Portanto, as Forças Armadas empregaram o mesmo equipamento durante confrontos bélicos no Oriente Médio.
As autoridades mantêm sob reserva o número total de aparelhos MQ-9 destinados ao continente sul-americano. Registros preliminares apontam que a maior parcela dessas unidades em atividade na África migrará para o território regional.

O deslocamento estratégico atende às diretrizes de controle no Hemisfério Ocidental definidas pelo presidente Donald Trump para seu segundo mandato na Casa Branca, sucedendo a comunicação pública de que Washington articula uma ofensiva militar em solo com o suporte de nações parceiras locais para desmantelar pontos de distribuição e rotas logísticas dos cartéis de entorpecentes.
No ano anterior, as Forças Armadas dos Estados Unidos já haviam transferido caças F-35, drones MQ-9 e um avião AC-130 para posições estratégicas no Caribe. A estrutura preparava incursões táticas na região marítima.
A concentração naval e aérea buscou assegurar ataques a barcos carregados de ilícitos e fortalecer medidas de contenção política contra a administração de Nicolás Maduro na Venezuela.
O Departamento de Estado norte-americano confirmou a redistribuição de US$ 52 milhões em suporte financeiro militar para governos aliados no continente latino-americano. A verba atenderá diretamente demandas da Colômbia, do Peru, do Equador e do Panamá.

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