Governo dos EUA acusa Google de monopólio em publicidade digital e exige dissolução de área
Este é o segundo grande caso antitruste do Google em 2025. Segundo o governo norte-americano, não é possível confiar que a empresa vá mudar suas práticas por conta própria.
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O governo dos Estados Unidos pediu, nesta sexta-feira (21), que um juiz federal determine a dissolução da área de publicidade digital do Google.
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Segundo o governo, a empresa mantém práticas anticompetitivas e suas promessas de mudança não são confiáveis.
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O pedido foi apresentado nas alegações finais de um processo que discute a tecnologia publicitária do Google.
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Este é o segundo grande processo antitruste que o Google enfrenta neste ano.
Google — Foto: Arnd Wiegmann/Reuterus
O governo dos Estados Unidos pediu, nesta sexta-feira (21), que um juiz federal determine a dissolução da área de publicidade digital do Google. Segundo o governo, a empresa mantém práticas anticompetitivas e suas promessas de mudança não são confiáveis.
O pedido foi apresentado nas alegações finais de um processo que discute a tecnologia publicitária do Google — ou seja, o conjunto de ferramentas usado por sites para vender anúncios e por anunciantes para comprá-los.
Este é o segundo grande processo antitruste que o Google enfrenta neste ano.
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Em documento enviado antes da audiência, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e procuradores de vários estados acusaram o Google de construir, de forma ilegal, monopólios em dois mercados ligados à tecnologia de anúncios.
Segundo o governo, o Google controla ao mesmo tempo diferentes etapas do mercado de publicidade digital.
“Estamos aqui para resolver o problema. Argumentaremos que a melhor solução é desmantelar o monopólio do Google, o que criará um novo concorrente”, afirmou a procuradora-geral adjunta Gail Slater.
O Google disse que o processo é exagerado e que a medida prejudicaria editores, anunciantes e consumidores.
A empresa afirma que suas ferramentas integradas geram eficiência e inovação, e que separar o serviço seria tecnicamente inviável. A decisão do caso deve sair nos próximos meses.


