Domingo, 1 de novembro de 2026
Principais Noticias

Governo age para conter casos de assédio e violência após Eleições 2026

governo-age-para-conter-casos-de-assedio-e-violencia-apos-eleicoes-2026
Governo age para conter casos de assédio e violência após Eleições 2026
Brasil

Relatos de assédio e intimidação a funcionários se espalharam nas redes sociais após as eleições. Governo também apura casos de violência

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Governo age

Sobre o tema envolvendo Governo age, além disso, A escalada de violência e ameaças de demissão após o segundo turno das eleições presidenciais levou o governo federal a tomar medidas para conter novos episódios.

Nesta semana, o Executivo anunciou uma força-tarefa composta por diversos órgãos para combater práticas de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Dessa forma, em outra frente, pastas se mobilizam para levantar e apurar casos de ameaças, agressões e até assassinatos envolvendo o resultado das eleições. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Governo age continuam sendo acompanhados com atenção.

Com isso, A criação da força-tarefa contra o assédio ocorreu após se espalharem nas redes sociais relatos de empresários incentivando a demissão de funcionários que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Governo age nos últimos dias.

Nesse sentido, O grupo é composto pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério Público do Trabalho (MPT), a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Especialistas destacam que novas atualizações sobre Governo age devem surgir em breve.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Portanto, além das ameaças de demissão, foram registradas publicações que estimulam o boicote a estabelecimentos que declaram apoio ao petista. Em seguida, O MTE criou um canal de denúncias específico para receber denúncias de discriminação por conta do posicionamento político ou voto.

De acordo com as apurações, também iniciou uma campanha para incentivar a denúncia de situações de coação, ameaça ou discriminação no ambiente profissional. Por outro lado, A pasta passou a orientar usuários por meio de notificações no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. O governo avalia, ainda, a criação de uma “lista suja” para empregadores envolvidos com irregularidades.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, foram registradas cerca de 2,3 mil denúncias de assédio eleitoral apenas em outubro. O órgão acionou a Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp pedindo a retirada do ar de conteúdos que estimulem a demissão de funcionários. Nessa quinta, a Justiça do Trabalho determinou à empresa a derrubada de publicações nesse teor em um prazo de até 24 horas.

Leia também

Violência

O governo também adotou medidas para conter a onda de violência contra apoiadores de Lula após o pleito. Segundo dados divulgados, foram contabilizados 45 crimes relacionados à eleição, entre sábado (24/10) e quarta-feira (28/10), com um total de 47 vítimas. Dez delas morreram. Entre as ocorrências, estão casos de ameaça, intimidação e agressão.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) acionou as corregedorias de polícias estaduais e do Distrito Federal para apurar episódios envolvendo agentes de segurança.

Há também relatos de violência contra povos indígenas. Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), foram levantados mais de 30 casos relacionados ao processo eleitoral em 2026.

“Em Mato Grosso do Sul, comunidades Guarani Kaiowá denunciam o agravamento da violência após o segundo turno das eleições, com relatos de assassinatos, atropelamentos, ataques e ameaças de envenenamento das fontes de água utilizadas pelas famílias indígenas”, denuncia a entidade.

O Ministério dos Povos Indígenas acionou a Polícia Federal para investigar o caso. As pastas dos Direitos Humanos e Cidadania, e Igualdade Racial trabalham em força-tarefa para cobrar a investigação das denúncias contra indígenas, quilombolas e outros grupos.

“Os relatos são extremamente preocupantes, uma vez que apontam para possíveis ameaças à vida, à segurança e à integridade física dos indígenas, além de possíveis manifestações de discriminação e incitação ao ódio contra os povos indígenas”, diz o MPI, em nota.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Veja também: Binance diz ter coberto 90% das perdas após ataque hacker de mais de US$ 6 bilhões

Avatar photo

Redação Foco Goiás