Deschamps reconhece que França é favorita: ‘não é uma palavra tabu para mim’

Redação
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Deschamps reconhece que França é favorita: ‘não é uma palavra tabu para mim’

Técnico da França, Didier Deschamps, usou entrevista ao The Guardian para responder críticas que vem recebendo no próprio país

Didier Deschamps, técnico da França, ao lado de Mbappé (Foto: Instagram)

Didier Deschamps, técnico da França, ao lado de Mbappé (Foto: Instagram)

Enquanto outros técnicos, como Thomas Tuchel (Inglaterra), tiram o peso do favoritismo do ombro de seus jogadores e o entregam para as seleções adversárias, o técnico da França, Didier Deschamps, toma o caminho contrário.

Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, publicada a poucas horas da cerimônia de abertura do Mundial, Deschamps reconheceu que os franceses estão na prateleira das equipes com maior chance de levantar a taça no dia 15 de junho.

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“Estamos sim entre os favoritos da Copa, essa palavra não é um tabu para mim. Se nós temos hoje esse status, que me parece lógico e legítimo, é por tudo o que fizemos e pelos resultados que alcançamos”, afirmou o treinador.

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Deschamps também respondeu as críticas que vem recebendo dentro do próprio país, especialmente pelo funcionamento coletivo da seleção e pela proposta futebolística da equipe. Ele entende que, no exterior, as análises são mais favoráveis aos ‘Bleus’ do que as feitas pelos próprios torcedores.

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Seleção da França (Foto: Instagram)

“No estrangeiro, talvez haja mais reconhecimento. Sei muito bem que a sensação fora é diferente do que a que se tem na França. Se eu ainda sigo aqui, é porque a seleção francesa ganhou muitas partidas. Se fosse o contrário, eu teria saído antes, por vontade própria ou demitido”, disse ele.

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Mais adiante, o comandante francês fez ponderações sobre o estilo de jogo que escolheu para o time. “Depende do que vê entende por ‘estilo’ de jogo. A nível internacional é uma coisa, na França é outra. E Deus sabe que, apesar de dizerem que é uma equipe defensiva, isso não nos impediu de obter resultados. Vamos ver o que acontece no Mundial. Depois disso, cada um poderá ter sua própria opinião”.

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Outro tema abordado na entrevista foi a escolha de Kylian Mbappé para função de capitão, herdada com a saída do goleiro Hugo Lloris. “Kylian já era o nosso capitão antes de ser-lo. Escutava, observava, embora não tenha a mesma personalidade de Lloris. Ele assumiu a liderança dentro e fora de campo, e sabe que quando fala, é em nome de todos os jogadores”.

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