Durante participação em evento na capital argentina, o senador Flávio Bolsonaro defendeu parceria com a Argentina e Israel
28/06/2026 21:42
, atualizado 28/06/2026 21:56
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Senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de um evento em Buenos Aires, neste domingo (28/6), e prometeu que “o Brasil voltará a ser mais irmão da Argentina” a partir de 2027, caso ele vença a eleição deste ano.
“Quero terminar dizendo algo que falei na semana passada, na Marcha para Jesus: a partir de 2027, o Brasil voltará a ser mais irmão da Argentina mais do que nunca”, disse.
O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez um discurso na abertura da Conferência de Presidentes da América Latina, promovida pela Fundação dos Aliados de Israel (IAF, na sigla em inglês) e a Amigos Americanos dos Acordos de Abraão (Afoia, na sigla em inglês).
No discurso, Flávio adotou um tom otimista sobre uma vitória dele nas eleições presidenciais deste ano. O senador destacou as vitórias recentes de candidatos de direita em pleitos na América do Sul — como ocorreu no Peru e na Colômbia nas últimas semanas — e falou sobre uma “onda azul” no continente.
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“Venho aqui para dizer. Quero estar de volta em 2027 para afirmar a adesão do Brasil aos Acordos de Isaac, ao lado do presidente Milei. E quem sabe ao lado do presidente Jair Bolsonaro”, afirmou ele.
Os Acordos de Isaac são uma iniciativa diplomática patrocinada pelo presidente argentino, Javier Milei, e pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. O intuito é estreitar as relações entre Israel e os países da América Latina.

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Parceria com Jair Milei
No discurso, Flávio Bolsonaro fez uma série de elogios ao presidente ultraliberal da Argentina.
“O presidente Milei tem razão. O socialismo é um modelo empobrecedor, e vou confessar um sentimento muito honesto. Nós brasileiros, olhamos esse mapa (de países governados pela direita) hoje com um pouco de inveja”.
Com os resultados das eleições na Colômbia e no Peru, sete dos 12 países sul-americanos passaram a ser governados por líderes de direita, centro-direita ou extrema direita, representando cerca de 58,3% da população da região. Confira no mapa:



