Ex-vereador de Aparecida preso por furtar energia e alvo de mandado nega irregularidades; Equatorial alega reincidência

Redação
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Ex-vereador de Aparecida preso por furtar energia e alvo de mandado nega irregularidades; Equatorial alega reincidência

O advogado, empresário e ex-vereador de Aparecida de Goiânia William Ludovico, preso em 4 de fevereiro acusado de furto de energia em um supermercado do município, resolveu se pronunciar sobre este caso e também acerca de ter sido alvo de um mandado de busca e apreensão contra investigados supostamente ligados ao crime organizado na última semana. Segundo ele, “a operação policial conduzida pelo delegado Humberto Teófilo em 4 de fevereiro de 2026 tem sido marcada por interpretações equivocadas e imputações indevidas”.

Ele também alegou que, após uma interrupção de energia por um curto-circuito em seu supermercado, foi a própria Equatorial que realizou a ligação direta para a retomada do fornecimento até que o aparelho danificado fosse substituído pela empresa. Disse, ainda, que aguardava a instalação do novo medidor, quando a Polícia Civil esteve em seu comércio e identificou a ligação direta, classificando-a como ‘furto’.

A Equatorial, por sua vez, não confirmou a versão do ex-vereador. Em nota, a empresa afirmou que o estabelecimento citado é reincidente na prática de furto de energia, tendo sido alvo de duas operações policiais apenas neste ano. A primeira em 4 de fevereiro, com perícia da Polícia Científica, e a segunda em 3 de março, com a Polícia Civil e equipes da concessionária. “Foi identificado que o responsável havia realizado uma ligação direta, o que configura furto de energia.”

Quanto a William, ele também reforçou que não fez qualquer ameaça ao delegado Humberto Teófilo e que apenas manifestou sua discordância quanto à condução da ação, ressaltando que não permitiria exposição midiática indevida. Além disso, informou que possuía documentação que comprovaria a sua regularidade.

Operação relacionada ao PCC

Na última quinta-feira (9), a Polícia Civil de Goiás (PCGO), em conjunto com a corporação em São Paulo (PCSP), prendeu Rivonaldo de Moura Xavier, um dos líderes da facção criminosa PCC. Detido em Votorantim (SP), ele era investigado por ameaçar o delegado Humberto Teófilo quando ele atuava no município de Aparecida de Goiânia.

Em nota, o delegado informou que a ação que resultou na prisão “decorre de ameaças concretas relacionadas à minha atuação no combate ao crime organizado quando delegado em Aparecida de Goiânia, fato que inclusive motivou minha remoção da atividade operacional”. Além de Rivonaldo, também foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Aparecida de Goiânia contra investigados supostamente ligados ao crime organizado – entre eles do ex-vereador William Ludovico.

Sobre este caso, que também envolve o delegado, o empresário disse que foi surpreendido, em sua residência, por uma equipe da Polícia Civil com mandado de busca e apreensão e que colaborou com a ação, entregando voluntariamente seus dois aparelhos celulares aos policiais. Segundo ele, na data, Teófilo divulgou falsas informações de que ele tem envolvimento com um indivíduo preso no estado de São Paulo, suspeito de planejar atentado contra o policial civil. “Fatos vêm sendo conduzidos de maneira distorcida”, afirmou, ao ressaltar que tomará as medidas judiciais cabíveis, visto os riscos e danos à sua reputação.

Nota William Ludovico:

“O advogado, empresário e ex-vereador de Aparecida de Goiânia William Ludovico vem a público esclarecer que a operação policial conduzida pelo delegado Humberto Teófilo em 4 de fevereiro de 2026 tem sido marcada por interpretações equivocadas e imputações indevidas. Esclarece ainda que acionou a Justiça para comprovar sua integridade, resguardar sua reputação e buscar reparação pelos danos morais sofridos.

O empresário explica que após uma interrupção de energia por um curto-circuito em seu supermercado, em Aparecida de Goiânia, a própria concessionária Equatorial realizou uma ligação direta para a retomada do fornecimento até que o aparelho danificado fosse substituído pela empresa. Afirma ainda que aguardava a instalação do novo medidor, quando a Polícia Civil esteve em seu comércio e identificou a ligação direta, classificando-a como “furto”.

William relata que, na ocasião da operação policial, apenas manifestou sua discordância quanto à condução da ação, ressaltando que não permitiria exposição midiática indevida, uma vez que possuía documentação que comprovaria a sua regularidade. Explica ainda que não proferiu ameaça ao delegado Humberto Teófilo.

Na última quinta-feira (09), William afirma que foi surpreendido, em sua residência, por uma equipe da Polícia Civil com mandado de busca e apreensão e que colaborou com a ação, entregando voluntariamente seus dois aparelhos celulares aos policiais.

Afirma ainda que na última quinta-feira, 09, o Delegado Humberto divulgou falsas informações de que ele tem envolvimento com um indivíduo preso no estado de São Paulo, suspeito de planejar atentado contra o policial civil.

William Ludovico esclarece que os fatos vêm sendo conduzidos de maneira distorcida, causando a ele situações de risco e danos à sua reputação, e que os fatos inverídicos terão seus efeitos em processos judicias.

Nota Equatorial:

“A Equatorial Goiás informa que o estabelecimento citado é reincidente na prática de furto de energia, tendo sido alvo de duas operações policiais apenas neste ano.

A primeira ação, ocorrida em 4 de fevereiro, contou com a perícia da Polícia Científica e resultou na prisão em flagrante do proprietário por furto qualificado. Na ocasião, após a identificação de ligações diretas e consumo irregular, foi realizado o corte do fornecimento.

Posteriormente, em nova operação realizada em 3 de março, com a presença da Polícia Civil e equipes da concessionária, foi identificado que o responsável havia realizado uma ligação direta, o que configura furto de energia.

A companhia reitera que todas as inspeções seguiram rigorosamente a legislação vigente e os protocolos técnicos, com base em provas periciais. Ressalta também que as ações foram executadas sempre com a presença de policiais e demais autoridades competentes.

O furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro e pode resultar em pena de até quatro anos de reclusão. Além de ilegal, a prática representa sérios riscos à segurança da população, podendo provocar curtos-circuitos, incêndios e acidentes graves.

A Equatorial Goiás destaca a importância da participação da população com denúncias anônimas através do telefone 0800 062 0196 ou pelo site www.equatorialenergia.com.br.

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