Além disso, O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) e candidato a deputado federal, Bruno Peixoto (União Brasil), fez um balanço de sua gestão à frente da Casa. Dessa forma, entre os orgulhos do parlamentar está a criação, em 8 de março de 2023, Dia Internacional da Mulher, da Procuradoria Especial da Mulher da Alego.
Com isso, segundo Peixoto, a medida representa um avanço na defesa e proteção dos direitos de meninas e mulheres no Estado. Nesse sentido, ele afirma que o objetivo foi promover os direitos das mulheres, combater a violência de gênero e fortalecer políticas públicas voltadas à proteção, ao acolhimento, à autonomia feminina, ao aumento da representatividade das mulheres nos espaços de poder e à participação feminina na política. Portanto, já conduziram a Procuradoria as deputadas Rosângela Rezende (2023), Bia de Lima (2024), Dra. Em seguida, zeli (2025) e Vivian Naves (2026). Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Bruno Peixoto continuam sendo acompanhados com atenção.
De acordo com as apurações, ele ainda lembra que convidou a fisioterapeuta Dra. Por outro lado, cristina Lopes Afonso, ex-vereadora de Goiânia por dois mandatos e ex-secretária municipal de Direitos Humanos, para conduzir a Secretaria da Procuradoria da Mulher. Como resultados, enfatiza Bruno, a procuradoria conseguiu expandir sua atuação a quase todas as regiões do Estado. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Bruno Peixoto nos últimos dias.
Contexto e detalhes sobre Bruno Peixoto
Vale destacar que são visitas a mais de 100 municípios, além da implantação de 77 Procuradorias da Mulher, sendo 73 já em funcionamento e outras quatro na reta final. Além disso, o presidente da Alego destaca a realização de mais de 500 palestras e ações educativas e o atendimento de mais de 1.000 mulheres por meio do Grupo Reflexivo, desenvolvido em parceria com a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO), entidade parceira. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Bruno Peixoto devem surgir em breve.
“Nosso compromisso é cuidar das mulheres goianas em todas as áreas, garantindo proteção, saúde, acolhimento, autonomia e oportunidades. Criamos a Procuradoria Especial da Mulher e levamos esse trabalho para os municípios porque queremos que essas políticas cheguem a quem realmente precisa. Também avançamos na saúde, com iniciativas importantes para a prevenção e o diagnóstico. São ações que deixam um legado e, acima de tudo, ajudam a transformar e salvar vidas”, declara Bruno Peixoto.
Além da violência doméstica
Dra. Cristina está atualmente afastada da Secretaria de Projetos Especiais para tratar de projetos pessoais. Ela explica que a Procuradoria vai muito além do combate à violência. “A maioria das pessoas acredita que a Procuradoria da Mulher existe apenas para tratar casos de violência doméstica, mas trabalhamos também a autonomia financeira, o empreendedorismo, a saúde da mulher, a participação feminina na política e diversas ações de cidadania.” Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Bruno Peixoto continuam sendo acompanhados com atenção.
Principais pontos e impactos da decisão
As atribuições incluem, ainda, o acolhimento e encaminhamento de denúncias, a realização de campanhas educativas, o acompanhamento de políticas públicas, o incentivo ao empreendedorismo feminino, a promoção da autonomia financeira e o fortalecimento da participação das mulheres na política.
Sobre a instalação de uma Procuradoria da Mulher nas Câmaras Municipais, ela explica que é preciso elaborar um Projeto de Resolução ou Projeto de Lei que estabeleça:
- a criação oficial da Procuradoria como órgão permanente da Câmara;
- suas competências, como recebimento de denúncias, promoção de debates, fiscalização de políticas públicas e articulação com a rede de proteção;
- critérios para a escolha da procuradora, normalmente uma vereadora eleita entre seus pares.
Ainda são necessárias audiências públicas e aprovação da matéria em plenário. Outra recomendação é a existência de um espaço físico adequado, capacitação de servidores para o acolhimento das vítimas e parcerias com a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), Ministério Público, Defensoria Pública, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), secretarias municipais e demais órgãos da rede de proteção.
Municípios que já possuem Procuradoria da Mulher em funcionamento:
Abadia de Goiás, Abadiânia, Acreúna, Águas Lindas de Goiás, Alto Horizonte, Anápolis, Anicuns, Aparecida de Goiânia, Aruanã, Barro Alto, Brazabrantes, Caldas Novas, Campinorte, Ceres, Cocalzinho de Goiás, Cristalina, Crixás, Faina, Firminópolis, Flores de Goiás, Formosa, Goianésia, Goianira, Goiás, Heitoraí, Hidrolândia, Indiara, Inhumas, Ipameri, Iporá, Itaberaí, Itaguari, Itaguaru, Itapirapuã, Itapuranga, Jaraguá, Jussara, Lagoa Santa, Luziânia, Mara Rosa, Matrinchã, Minaçu, Mineiros, Montividiu, Nova Crixás, Nova Veneza, Novo Brasil, Novo Gama, Padre Bernardo, Pires do Rio, Porangatu, Posse, Quirinópolis, Rialma, Rianápolis, Rio Verde, Santa Helena de Goiás, Santa Isabel, Santa Rosa de Goiás, Santo Antônio do Descoberto, São João d’Aliança, São Luís de Montes Belos, São Simão, Senador Canedo, Serranópolis, Silvânia, Trindade, Trombas, Turvânia, Turvelândia, Uruaçu, Uruana e Valparaíso de Goiás.
Projetos desenvolvidos:
- Grupo Reflexivo para Mulheres;
- Parlamento Jovem;
- Campanha de Aleitamento Materno no Hospital Estadual da Mulher (Hemu);
- campanha de doação de livros para o sistema prisional;
- exposição “Keiza – Meu Crespo é de Rei e Rainha”;
- campanha de conscientização contra a violência doméstica durante a Pecuária de Goiânia;
- projeto “Maria da Penha nas Escolas”;
- Setembro Amarelo – Blitz do Sorriso;
- campanha Carnaval Consciente – Bloco Não é Não;
- projeto Beleza nas Ruas, em parceria com a Posê;
- programa Sebrae Delas, voltado ao empreendedorismo feminino;
- campanhas de combate ao assédio sexual em estádios e eventos esportivos.
Bruno Peixoto também atuou em pautas voltadas para a saúde da mulher
Bruno também destacou sua atuação em pautas relacionadas à saúde da mulher. Entre elas, está o projeto que deu origem à Lei Estadual nº 20.707, de 14 de janeiro de 2020, que autorizou o Estado a realizar, por meio de convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS), o exame para detecção de mutações genéticas nos genes BRCA1 e BRCA2 em mulheres com histórico familiar de câncer de mama ou de ovário.
O intuito é possibilitar a identificação de mulheres com predisposição genética para o desenvolvimento desses tipos de câncer e realizar o acompanhamento especializado e a definição de condutas médicas individualizadas. Bruno lembra que foi possível avançar esta ação com a parceria entre o Governo de Goiás e a Universidade Federal de Goiás (UFG), permitindo a realização efetiva dos exames. Goiás, inclusive, foi destaque pela Associação Médica Brasileira (AMB) como pioneiro no oferecimento do teste genético para câncer de mama hereditário.
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