Drones atingem 3 petroleiros no Mar Negro, ao largo da costa norte da Turquia, relata agência

Redação
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Drones atingem 3 petroleiros no Mar Negro, ao largo da costa norte da Turquia, relata agência

Ataques de drones foram registrados contra três navios-tanque no Mar Negro, ao largo da costa norte da Turquia. Os incidentes ocorreram na quinta-feira, conforme informações divulgadas pela agência marítima turca Tribeca. Este evento marca mais um episódio de tensão na região. Barcos de resgate foram rapidamente enviados para a área afetada. Felizmente, nenhum marinheiro ficou ferido durante os ataques.

Detalhes dos navios e localização

Um dos petroleiros visados, o James II, navegava sob bandeira de Palau. A embarcação havia sido descarregada pouco antes dos ataques. No momento do incidente, o James II estava posicionado a aproximadamente 80 quilômetros ao norte da área de Turkeli. Outros dois navios-tanque, o Altura e o Velora, também foram atingidos. Ambos os navios navegavam com bandeira de Serra Leoa e estavam nas proximidades do primeiro incidente. A coordenação dos barcos de resgate foi crucial para a segurança das tripulações.

  • James II: Bandeira de Palau, descarregado, localizado a 80 km ao norte de Turkeli.
  • Altura: Bandeira de Serra Leoa, atacado nas proximidades.
  • Velora: Bandeira de Serra Leoa, atacado nas proximidades.

Operação de resgate e segurança marítima

A agência Tribeca confirmou que barcos de resgate foram despachados imediatamente para o local dos ataques. A prioridade principal era garantir a segurança dos marinheiros a bordo das embarcações. Os esforços de resposta rápida foram bem-sucedidos. Todos os membros da tripulação dos navios atacados foram resgatados sem lesões. Este tipo de incidente eleva as preocupações sobre a segurança das rotas marítimas na região. A navegação no Mar Negro já enfrenta desafios consideráveis.

Contexto dos ataques no Mar Negro

A região do Mar Negro tem sido palco de repetidos ataques a portos e navios-tanque desde o início da invasão russa em larga escala da Ucrânia. O conflito, que já dura mais de quatro anos, tem gerado instabilidade. Tanto Moscou quanto Kiev têm realizado ações militares visando a infraestrutura marítima um do outro. Contudo, até o momento, nenhum dos países assumiu a responsabilidade pelos novos ataques de drones. A ausência de reivindicação torna a atribuição dos incidentes complexa. A situação continua a ser monitorizada de perto por agências internacionais.

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