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Goiás

‘Não fugi da responsabilidade’: homem encara rotina de trabalho intensa para pagar dívida de R$ 200 mil

Redação
Atualizado em 4 de setembro de 2026 11:09
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Sobre o tema envolvendo fugi da responsabilidade, além disso, para tentar quitar uma dívida de aproximadamente R$ 200 mil, Henderson Batista, de 30 anos, transformou a própria rotina em uma maratona de trabalho. Dessa forma, O dia começa às 5h45 e só termina depois das 23h, dividido entre a venda de café, a produção de geladinhos, as corridas como motorista de aplicativo e a venda de hambúrgueres.

Com isso, O endividamento, segundo Henderson, começou depois que participantes de um grupo de consórcio organizado por ele deixaram de cumprir os pagamentos. Nesse sentido, mesmo com o prejuízo, ele decidiu continuar trabalhando para honrar os compromissos assumidos e pagar as pessoas que participavam dos grupos. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a fugi da responsabilidade continuam sendo acompanhados com atenção.

Portanto, no último consórcio, eram 50 pessoas, com cotas de R$ 1 mil. Em seguida, um dos participantes tinha três cotas, mas deixou de pagar. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de fugi da responsabilidade nos últimos dias.

Contexto e detalhes sobre fugi da responsabilidade

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De acordo com as apurações, como responsável pela organização, Henderson decidiu assumir os valores para evitar que os demais fossem prejudicados. Por outro lado, no início, conseguiu manter os pagamentos com o próprio dinheiro, mas chegou a um ponto em que já não tinha condições de continuar. Especialistas destacam que novas atualizações sobre fugi da responsabilidade devem surgir em breve.

Vale destacar que para cobrir as parcelas, passou a pegar dinheiro emprestado. Sendo assim, A situação ficou ainda mais complicada quando outra participante foi presa e também deixou de pagar a cota.

Além disso, com o acúmulo dos valores que precisou assumir e dos empréstimos contraídos, o prejuízo chegou, segundo ele, a aproximadamente R$ 200 mil.

Principais pontos e impactos da decisão

“Não fugi da responsabilidade. Dessa forma, estou correndo atrás de pagar esse pessoal”, afirma.

Da feira aos consórcios

Com isso, A relação de Henderson com o trabalho começou ainda na infância. Nesse sentido, aos 5 anos, ele já ajudava outros feirantes em Goiânia e continuou trabalhando nas feiras até os 16 anos.

Portanto, nesse período, vendeu balas, brinquedos e capinhas de celular. Em seguida, depois, conseguiu montar a própria banca.

De acordo com as apurações, foi nessa trajetória que surgiu a ideia de organizar grupos de consórcio semanais. Por outro lado, no começo, cada cota custava R$ 100. Vale destacar que conforme a atividade cresceu, os valores passaram para R$ 300, depois R$ 500 e chegaram a R$ 1 mil.

Sendo assim, em determinado momento, Henderson também abriu uma tabacaria, o que ajudou a aumentar sua renda e permitiu ampliar os valores dos grupos.

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Além disso, segundo ele, os consórcios anteriores funcionaram normalmente e o problema surgiu no último grupo.

“Minha vida antes dessa dívida era muito boa. Dessa forma, trabalhava só em certos horários, mas sempre trabalhando”, conta.

Quatro trabalhos para pagar as dívidas

Atualmente, Henderson começa o dia às 5h45. Pouco depois, segue para a Avenida Manchester, no Jardim Novo Mundo, onde vende café no sinaleiro em frente à Itambé.

Henderson vende café nas primeiras horas da manhã, no sinaleiro da Avenida Manchester, no Jardim Novo Mundo (Vídeo: Arquivo pessoal)

O movimento começa por volta das 6h e costuma ser intenso até as 8h. A mãe também ajuda na atividade e fica em outro ponto da avenida para atender clientes enquanto o filho trabalha no sinaleiro.

Atualmente, os dois vendem apenas café, mas Henderson pretende acrescentar pão de queijo e outros lanches ao cardápio.

A atividade rende entre R$ 130 e R$ 200 por dia. Trabalhando cerca de duas horas pela manhã, ele estima conseguir tirar aproximadamente R$ 500 livres por semana.

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Depois da venda de café, por volta das 9h, Henderson volta para casa e começa a segunda parte da jornada. Ele produz geladinhos ou sai para trabalhar como motorista de aplicativo.

Os geladinhos são vendidos durante as corridas. Os produtos são transportados em uma caixa térmica e produzidos semanalmente. Cada unidade custa R$ 10 e, segundo Henderson, tem validade de até 90 dias.

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Por volta das 16h30, ele retorna para casa e se prepara para o trabalho noturno. Às 18h, começa a vender hambúrgueres na Avenida Anápolis, na Vila Pedroso, na calçada da Leste Veículos.

Henderson mostra os hambúrgueres que prepara e vende todas as noites na Vila Pedroso (Vídeo: Reprodução/Instagram)

O negócio cresceu desde os primeiros dias. Quando começou, Henderson vendia cerca de 20 hambúrgueres por dia. Atualmente, chega a comercializar aproximadamente 70 unidades.

Em algumas noites, os clientes já aguardam no local antes mesmo do início das vendas. O movimento, porém, varia bastante.

“Tem dia que é ótimo e tem dia horrível”, resume.

Mesmo quando as vendas são boas, o dinheiro é dividido entre a compra de novas mercadorias e o pagamento das dívidas.

Em um dia em que fatura R$ 2 mil, por exemplo, cerca de R$ 1 mil é usado para repor os produtos. O restante é destinado aos credores.

“O que sobra da venda do dia, eu mando para alguém que estou devendo”, explica.

A pressão financeira chegou a levá-lo ao desespero. Henderson conta que, em determinado momento, pensou em tirar a própria vida diante do tamanho da dívida. Segundo ele, o apoio da mãe foi fundamental para continuar.

“Minha mãe me criou homem, me ajuda demais”, afirma.

A mãe como base para recomeçar

Henderson conta que o pai deixou a família quando sua mãe ainda estava grávida. Ele nasceu prematuro, aos sete meses de gestação, pesando 1,72 quilo.

Desde então, segundo ele, a mãe esteve presente em sua criação e se tornou sua principal referência. Hoje, ela também divide com o filho a rotina de trabalho na venda de café.

fugi da responsabilidade
Henderson e a mãe, que divide com ele as manhãs de trabalho na venda de café no Jardim Novo Mundo (Foto: Arquivo pessoal)

“Ela sempre me apoiou, sempre cuidou de mim, corrigindo sempre que necessário”, relata.

Apesar da dívida, Henderson mantém planos para o futuro. Ele quer trocar o celular para conseguir produzir vídeos melhores e melhorar as publicações nas redes sociais.

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Também pretende quitar os débitos e voltar a ter tranquilidade financeira. Outro sonho é comprar novamente um carro.

Henderson conta que já tinha dinheiro para adquirir o veículo quando o problema com o consórcio aconteceu, mas precisou usar o valor para cobrir os pagamentos.

Enquanto tenta reorganizar a vida financeira, mantém a rotina que começa às 5h45 e pode terminar somente depois das 23h. Pela manhã, vende café; durante o dia, produz e comercializa geladinhos e faz corridas como motorista de aplicativo; à noite, trabalha com os hambúrgueres.

Para ele, manter diferentes fontes de renda é a maneira encontrada para reduzir a dívida e tentar reconstruir a vida.

“Quero quitar essa dívida para poder dormir em paz, sabendo que no outro dia não vai ter ninguém me cobrando”, afirma.

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Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

Contents
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