Além disso, A Polícia Civil mantém sob sigilo os detalhes da investigação sobre o atentado contra o ex-prefeito de Pontalina, José Porto, de 88 anos. Dessa forma, O ataque ocorreu na terça-feira (21), em frente à residência da vítima na Rua João Barcelos, e foi registrado por uma câmera de segurança.
Com isso, questionada pelo Mais Goiás sobre a identificação do autor, a motocicleta utilizada, a possível motivação e os depoimentos já colhidos, a corporação informou que a apuração continua, mas que não divulgará novas informações neste momento. “Sobre este caso, a única informação que posso te passar é que a investigação está em andamento. Nesse sentido, não passaremos detalhes no momento para não atrapalhar as investigações”, informou a assessoria da Polícia Civil. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a mantém sob sigilo continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, A corporação não revelou se o suspeito ou o veículo utilizado no crime já foram identificados. Em seguida, também não informou se as imagens permitiram reconstituir o trajeto percorrido pelo autor, se testemunhas foram ouvidas ou se existe uma possível linha de investigação.
Mantém sob sigilo: Ataque foi registrado por câmera
De acordo com as apurações, as imagens mostram José Porto conversando com outra pessoa em frente à residência quando um homem de capacete e moletom cinza se aproxima. Por outro lado, O suspeito chega ao local em uma motocicleta, dirige-se até o ex-prefeito e realiza o ataque. Na sequência, retorna ao veículo e foge.
A pessoa que estava com José Porto conseguiu se afastar. Testemunhas que passavam pela rua acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que prestou os primeiros atendimentos.
O ex-prefeito foi levado inicialmente para uma unidade de saúde da região. Posteriormente, ele foi transferido para o Hospital Estadual de Itumbiara.
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Na primeira manifestação divulgada após o atentado, o deputado estadual Léo Portilho (Podemos) informou que José Porto não corria risco de morte. O parlamentar afirmou ainda que acompanharia a apuração com as forças de segurança.
Não houve divulgação de boletim médico detalhado sobre os procedimentos realizados, a permanência no hospital ou uma possível previsão de alta.
Motivação ainda não foi divulgada
A investigação deverá esclarecer se o autor conhecia a rotina do ex-prefeito e se houve planejamento anterior. A polícia também deverá apurar se José Porto havia recebido ameaças ou relatado alguma situação incomum nos dias anteriores.
Até o momento, não existe confirmação oficial de motivação política, pessoal ou patrimonial. A Polícia Civil também não informou se outras pessoas participaram da preparação ou da execução do crime.
As gravações de imóveis próximos poderão auxiliar na identificação da motocicleta e na reconstrução da rota de fuga. A corporação, entretanto, não confirmou quais diligências já foram realizadas.
O Mais Goiás procurou Cláudia, filha de José Porto, para atualizar o estado de saúde do ex-prefeito, saber se ele passou por algum procedimento médico e verificar se a família tinha conhecimento de ameaças anteriores. Não houve resposta até o fechamento desta reportagem. O espaço permanece aberto para manifestação.
A primeira reportagem do Mais Goiás mostrou que o atentado ocorreu diante de testemunhas e que o suspeito fugiu de motocicleta.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.


