Cantor americano é uma das seis vítimas de acidente entre duas aeronaves no Rio
Imagem: Reprodução Youtube
O cantor americano Oliver Tree, de 32 anos, foi um dos seis mortos na colisão entre dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, neste domingo (14). Quatro meses antes do acidente, o artista lançou um clipe — da música “Flowers” — em que aparece justamente entre dois helicópteros, momento tratado por internautas como uma premonição.
Na canção, o cantor está vestido de piloto de avião e percorre um pátio com várias aeronaves, veículos que limpa e percorre durante a gravação. No fim da produção, Oliver Tree sobe ainda em uma escada e, usando um binóculo, se posiciona entre dois helicópteros.
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A letra da música, que trata dos ressentimentos após uma traição, menciona ainda um recado ao traidor: “Coloque flores no meu túmulo/ Porque vou te odiar até o dia em que eu morrer”.
Com 6,9 milhões de inscritos em seu canal do YouTube e 11,4 milhões de ouvintes mensais no Spotify, Oliver Tree também lançou, em 2018, uma música em que é retratado após a morte. Em “Hurt“, o americano tem o corpo removido da rua por bombeiros após uma queda enquanto voava.
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Seis mortos no acidente
Além do artista, em seu helicóptero estavam ainda o influencerargentino Gaspar Prim Díaz, de 32 anos; o cineasta argentino Lucas Vignale, 28; o piloto brasileiro Alexandre Souza, 59; e o DJ brasileiro Lucas Frota, 27. Já na outra aeronave estava o piloto brasileiro Charles Marsillac, de 60 anos.
O quartel do Corpo de Bombeiros do Recreio foi acionado às 8h59 para atender à ocorrência. Um efetivo de 45 militares em 15 viaturas se dirigiu ao local com reforço de outras unidades.

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Já o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) informou que investigadores do órgão foram acionados para realizar a ação inicial da ocorrência que incluiu “coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação”.


