Senador goiano afirma que medida é desumana, questiona o tratamento dado ao ex-presidente e diz que há tentativa de enfraquecer a pré-candidatura do PL ao Planalto
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O senador Wilder Morais (PL) criticou, nesta segunda-feira (14/7), a decisão que impede o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro até meados de outubro, período que coincide com o primeiro turno das eleições.
Em publicação nas redes sociais, Wilder classificou a situação como motivo de “indignação” e apresentou três argumentos para justificar a posição. Segundo ele, a medida separa pai e filho em um momento delicado para ambos. O parlamentar destacou que Flávio, além de atuar como advogado do pai, enfrentará uma disputa eleitoral e precisaria do apoio familiar. Já Bolsonaro, segundo Wilder, deveria ter direito ao convívio com os parentes.
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O senador também questionou o tratamento dispensado ao ex-presidente ao comparar o caso com o período em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve preso. Wilder afirmou que Lula teve liberdade para escrever cartas durante o cumprimento da pena e voltou a criticar a condenação de Bolsonaro, que considera injusta.
Na publicação, Wilder ainda afirmou que Flávio Bolsonaro se consolidou como um dos principais nomes da direita para a disputa presidencial e alegou que há uma tentativa de impedir o avanço político do senador. “A democracia é decidida no voto”, escreveu, acrescentando que, na avaliação dele, adversários tentam enfraquecer a candidatura por receio de perder espaço político.





