O presidente da Fifa, Gianni Infantino, manifestou-se de forma contundente para defender a recente Copa do Mundo, que chegou ao fim em 19 de julho de 2026. Mesmo com recordes de audiência e uma série de controvérsias dentro e fora de campo – incluindo a deportação de um árbitro antes da estreia e o caso envolvendo o jogador Balogun –, o dirigente afirmou que o balanço do torneio, que consagrou a Espanha como bicampeã mundial, não apenas foi positivo, mas superou todas as expectativas.
Em uma publicação oficial em seu perfil no Instagram, Infantino rebateu os opositores do campeonato. “Enquanto todas as cidades estavam repletas de torcedores vindos de todas as partes do mundo, celebrando a alegria do futebol, vocês estavam ocupados espalhando discórdia e negatividade”, declarou o presidente da entidade máxima do futebol.
Dirigindo-se diretamente aos que propagam informações negativas, Infantino criticou a postura de quem, segundo ele, dissemina “ódio e boatos inverídicos” por meio de “canetas, papéis e telas”. Ele contrastou essa atitude com o trabalho da Fifa. “Enquanto vocês permanecem na retaguarda, nós da Fifa estamos na linha de frente, dedicados a organizar e a oferecer o maior espetáculo do planeta”, afirmou, descrevendo a atuação da organização em contato direto com os torcedores e garantindo a segurança nos países anfitriões.
O líder da Fifa também destacou a relevância de seleções como as do Irã e do Haiti no torneio. Ele elogiou o comportamento dos torcedores e fez um agradecimento às autoridades e aos voluntários pelo sucesso do evento. Segundo Infantino, a Copa transcorreu com “total segurança, nenhuma hostilidade, violência zero, apenas euforia, emoção, felicidade, unidade e espírito de camaradagem”, reforçando a união promovida pelo esporte.
— The Athletic | Football (@TheAthleticFC) July 27, 2026In an 887-word statement, Gianni Infantino took aim at perceived critics of FIFA’s handling of the 2026 World Cup.
He accused detractors of “spreading hate”, said there were “zero incidents” and declared that the tournament “celebrated humanity at its best”.
Do his remarks… pic.twitter.com/f9wYrhMFmZ
Entre os talentos individuais que brilharam na competição, disputada pela primeira vez em três países (Canadá, México e Estados Unidos) e com a participação de 48 equipes, o francês Kylian Mbappé se tornou o maior artilheiro da história dos mundiais, com um total de 22 gols. Grandes nomes como Lionel Messi e Cristiano Ronaldo também alcançaram feitos notáveis; o argentino registrou o maior número de vitórias (23), e o português tornou-se o único atleta a marcar em seis edições consecutivas, de 2006 a 2026.
Gianni Infantino detalha sua visão em publicação oficial
Infantino compartilhou a mensagem completa em suas redes sociais, dirigindo-se inicialmente àqueles que “perderam o jogo bonito”, suas emoções, comemorações e lágrimas. Ele expressou pesar por aqueles que “se deixaram consumir tanto pelo ódio e pelas críticas a ponto de perderem toda essa alegria e união”.
O presidente reiterou a crítica aos responsáveis por espalhar ódio e rumores, afirmando que a Fifa, diferentemente, está na “linha de frente organizando, trabalhando duro e oferecendo o melhor espetáculo do mundo”.
Ele descreveu as equipes da Fifa percorrendo as ruas do Canadá, México e Estados Unidos, conversando com os fãs e garantindo a segurança de todos, enquanto os críticos “se escondem”.
O dirigente enfatizou que, “enquanto vocês dividem, nós unimos”, descrevendo como as pessoas se congregaram como famílias e torcedores.
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Infantino reiterou a ausência de violência ou incidentes, garantindo 100% de segurança e proteção, apenas alegria e felicidade.
Ele destacou que sete milhões de pessoas de mais de 200 países desfrutaram do torneio em 16 cidades e estádios, novamente sem registrar “incidentes, hostilidade ou violência, apenas alegria, emoção, felicidade, união e companheirismo”, e que todos se sentiram seguros e felizes.
Bilhões de pessoas em todo o mundo acompanharam a Copa do Mundo da Fifa de suas casas, compartilhando momentos de amor pelo esporte com entes queridos, repletos de alegria, emoção, felicidade, união e companheirismo.
Infantino mencionou que praticamente todas as celebridades globais da música, cinema, entretenimento e esporte estiveram presentes, aproveitando o evento e interagindo com os torcedores, e que estavam “radiantes e felizes”.
Ele atribuiu o sucesso a “governos dos três países anfitriões”, à “fantástica equipe da Fifa”, às forças policiais e aos voluntários, “pessoas incríveis que vieram de todas as partes do mundo para fazer parte do maior evento do planeta”.
Em contraste, afirmou que “todas as cidades estavam lotadas de torcedores de todo o mundo. Enquanto eles comemoravam, vocês estavam ocupados plantando sementes de ódio”.
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O presidente da Fifa fez um apelo por “amor, não ódio; tolerância, não divisão; comemoração, não luto” para o mundo.
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Infantino ressaltou o esforço para unir países, citando a entrada sem incidentes da seleção do Irã nos Estados Unidos, e defendeu que “o futebol tem a ver com paz. Não tem a ver com política”, mas sim com união e superação de ódio e discriminação.
Ele também mencionou que países com problemas de saúde ou outros desafios receberam vistos, e a participação de suas seleções trouxe esperança e alegria a milhões.
O dirigente criticou a atenção dada a poucos vistos negados, ignorando os “milhões que foram aprovados de todas as partes do mundo”, evidenciando como o futebol une o mundo.
Infantino sugeriu que, talvez, os críticos deveriam “deixar de lado suas canetas e teclados e demonstrar algum respeito” pelas seleções, países e torcedores, especialmente quando o futebol “trouxe o Haiti para o mundo”.
Ele reconheceu a insatisfação com algumas decisões das autoridades competentes, mas salientou que “tais decisões são comuns em algumas das ligas mais importantes”.
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O presidente da Fifa enfatizou que decisões arbitrais “discutíveis” ou “medidas disciplinares estranhas”, como cartões supostamente equivocados, são “rotineiras e amplamente aceitas” em grandes ligas mundiais.
Ele considerou “curioso que os mesmos países que adotam essas práticas sejam os que estão fazendo críticas”.
Infantino afirmou que a Copa do Mundo da Fifa celebrou “o melhor da humanidade”, com nações pequenas competindo com orgulho e “dando esperança” de que qualquer pessoa pode ser grande no esporte. “Somos todos iguais: torcedores, jogadores e simplesmente seres humanos”, concluiu.
A Fifa, segundo seu presidente, não poderia estar “mais orgulhosa ou emocionada” ao testemunhar esses momentos de amor, alegria e união.
Ele convidou aqueles que gastam tempo e energia no ódio a “refletir, meditar, orar ou assistir a uma partida de futebol” e observar as emoções reais.
Isso porque, para Infantino, “somente nosso jogo bonito pode proporcionar um espetáculo tão extraordinário, um espetáculo em que todos se tornam um só e se reconectam como seres humanos”.
Finalizando, dirigiu-se às “canetas e aos papéis, a todas as telas”, desejando que encontrem “amor e paz” onde seus autores não conseguiram.
Infantino encerrou desejando paz e afirmando que a Fifa encontrou a sua, transmitindo-a através da “mais extraordinária Copa do Mundo da Fifa”, e que o futebol “se eleve acima de todo o ódio”.
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Ele expressou orgulho como presidente da Fifa por ter contribuído para este espetáculo, descrevendo a sensação como “maravilhosa”.
A mensagem finaliza com “Com muito carinho a todos”.




