Mulher processa Outback Steakhouse por US$ 1,5 milhão após escorregar em purê de batata na Virgínia

Redação
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Mulher processa Outback Steakhouse por US$ 1,5 milhão após escorregar em purê de batata na Virgínia

Uma mulher da Virgínia entrou na Justiça contra o Outback Steakhouse. Ela cobra US$ 1,5 milhão por lesões que diz ter sofrido após escorregar em purê de batata no chão de um restaurante da rede. O caso ocorreu em maio de 2023. A ação agora tramita na Justiça federal.

Tracy J. Renshaw, de 56 anos, jantava com a família no Outback Steakhouse localizado em Sterling, na Virgínia. No caminho para o banheiro, ela pisou em uma substância escorregadia no chão. A queixa descreve o material como purê de batata. A queda foi de frente no piso duro. A cliente alega que o restaurante não limpou o local nem colocou sinalização de alerta.

A ação inicial foi protocolada na Loudoun County Circuit Court em maio de 2025. O processo migrou para a Justiça federal em 27 de maio de 2026. Os advogados de Renshaw sustentam que o estabelecimento falhou em manter condições seguras para os clientes. A rede nega responsabilidade pelo incidente.

Acusação aponta negligência do restaurante

Os documentos do processo detalham que Renshaw caminhava normalmente entre as mesas quando o acidente aconteceu. Não havia aviso sobre o risco no piso. O purê teria ficado exposto por tempo suficiente para causar a queda. A autora da ação afirma que o restaurante não monitorou adequadamente a área de circulação.

Funcionários não teriam limpado o local de imediato. A queixa reforça que o estabelecimento permitiu que o alimento permanecesse no chão. Isso criou uma condição perigosa. Renshaw diz que o impacto foi direto no rosto e em outras partes do corpo.

Lesões descritas como graves e permanentes

A autora relata fraturas e danos que afetam sua mobilidade diária. Os advogados mencionam lesões sérias que persistem desde o dia do acidente. Ela precisou de tratamento médico prolongado. As dores e limitações continuam a interferir na rotina da família.

O processo lista despesas médicas, perda de qualidade de vida e sofrimento emocional. A defesa do Outback ainda não apresentou contestação detalhada sobre o valor pedido. A rede informou que avalia o caso conforme as práticas internas de segurança.

  • O piso do restaurante não recebeu limpeza imediata após o derramamento
  • Nenhum aviso ou cone de sinalização foi colocado no local
  • A cliente caiu de frente, o que agravou o impacto
  • Lesões incluem danos permanentes que limitam atividades cotidianas
  • A ação cobra reparação por dor, tratamento e redução na qualidade de vida

Histórico de processos semelhantes contra a rede

O Outback Steakhouse já enfrentou outras demandas por acidentes em suas unidades. Casos recentes envolvem quedas e lesões em diferentes estados americanos. A empresa opera centenas de restaurantes no país e mantém protocolos de limpeza. Ainda assim, incidentes como este reaparecem em ações judiciais.

Especialistas em direito de consumo observam que processos por escorregões em alimentos são comuns no setor de restaurantes. A responsabilidade civil costuma girar em torno da manutenção preventiva. No caso de Sterling, a discussão central é o tempo em que o purê ficou no chão.

Detalhes do processo federal em andamento

A transferência para a corte federal ocorreu há poucos dias. O caso agora corre no Eastern District of Virginia. Os réus incluem Outback Steakhouse of Florida, LLC e outras entidades relacionadas à operação. A advogada Emily Blake representa a defesa, conforme registros judiciais.

Renshaw e sua família estavam em um jantar comum quando o episódio interrompeu a refeição. O restaurante fica em uma área comercial movimentada de Sterling. A unidade continua aberta ao público. Não há informações sobre mudanças operacionais por causa da ação.

Repercussão e próximos passos da Justiça

O valor de US$ 1,5 milhão abrange danos compensatórios e punitivos. A defesa deve apresentar resposta formal nas próximas semanas. O juiz pode marcar audiências para ouvir testemunhas e peritos médicos. O processo ainda está em fase inicial.

Clientes de outras unidades relataram cuidados com pisos molhados ou sujos em avaliações online. A rede costuma responder que investiga cada queixa internamente. Até o momento, não há declaração pública específica sobre este caso.

O incidente ocorreu em 14 de maio de 2023. Quase três anos se passaram até o ajuizamento da ação inicial. Renshaw alega que as consequências da queda se estendem até hoje. A família acompanhou o caso desde o primeiro momento.

A Justiça federal vai analisar provas como imagens de câmeras de segurança, laudos médicos e depoimentos. O foco está na conduta do restaurante quanto à limpeza do piso. Casos semelhantes costumam ser resolvidos por acordo antes do julgamento.

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