Scooter Braun, namorado de Sydney Sweeney, esclarece treta de 6 anos com Taylor Swift

Redação
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Scooter Braun, namorado de Sydney Sweeney, esclarece treta de 6 anos com Taylor Swift

O empresário musical Scooter Braun tem atraído atenção na imprensa internacional, notadamente por seu namoro com a atriz Sydney Sweeney. Em uma recente entrevista, Braun abordou publicamente a antiga e complexa situação que o envolveu com a cantora Taylor Swift. Ele optou por compartilhar sua perspectiva sobre o conflito de aproximadamente seis anos, agora resolvido, detalhando os bastidores da disputa que marcou sua carreira e a da artista.

A manifestação ocorreu durante sua participação no podcast Second Thought, gravado na quinta-feira (28). No programa, Scooter Braun enfatizou não ter um relacionamento pessoal com Taylor Swift, afirmando tê-la encontrado apenas três vezes em sua vida, sem nunca ter tido uma conversa significativa com ela antes da polêmica. Sua declaração busca desmistificar a natureza de seu envolvimento com a cantora, fornecendo um novo ângulo para a narrativa pública.

A origem do conflito em 2019

A controvérsia teve início em 2019, quando Scooter Braun, à época com 44 anos, concretizou a aquisição da Big Machine Records. A transação, avaliada em US$ 300 milhões, conferiu a ele os direitos sobre as versões originais de todas as músicas que Taylor Swift havia gravado antes de assinar com a Universal Music Group. Essa compra incluía os masters de álbuns fundamentais na carreira da cantora, gerando uma disputa pública intensa.

A partir desse momento, a percepção de Braun por parte do público e da imprensa sofreu uma transformação drástica. Ele, que havia sido por uma década uma figura “amada e admirada” por seu trabalho com talentos como Justin Bieber e Ariana Grande, viu-se subitamente retratado como um vilão na narrativa midiática. A mudança de imagem foi abrupta, impactando sua reputação profissional e pessoal de forma significativa.

Curiosamente, dois ou três anos antes da aquisição do catálogo de Taylor, Braun recordou um convite para uma festa privada organizada pela própria cantora. Na ocasião, ela expressou grande respeito por ele, sentimento que, segundo o empresário, era recíproco. Braun argumentou que ninguém investiria US$ 300 milhões na compra de uma gravadora que incluía uma artista do calibre de Swift se não estivesse entusiasmado com a possibilidade de colaborar com ela no futuro.

Sem contato direto na negociação

Durante todo o processo que culminou na compra da gravadora, Scooter Braun revelou que não houve qualquer contato direto ou comunicação entre ele e Taylor Swift. Essa ausência de diálogo, conforme sua versão, contribuiu para seu “total espanto” quando a artista publicou um post nas redes sociais direcionado a seus fãs, criticando-o abertamente. Ele descreveu a situação como confusa e de difícil compreensão.

Naquele período, Taylor Swift, então com 36 anos, acusou o produtor de ter “tirado o trabalho de toda uma vida” com a aquisição dos masters. Ela também o denunciou por ter praticado “bullying incessante e manipulador” durante o período em que ele trabalhava com Kanye West, um rival histórico da cantora. Swift expressou profunda incredulidade e angústia ao perceber que seu legado musical estava agora “nas mãos de alguém que tentou destruí-la”.

A aquisição conferiu a Braun o controle sobre os masters de álbuns icônicos da artista.

  • Fearless
  • Speak Now
  • Red
  • 1989

Diante da deterioração de sua relação com Braun e da perda dos direitos de suas próprias músicas originais, Taylor Swift tomou uma decisão estratégica e audaciosa: regravar todos os seus álbuns. Esse movimento deu origem aos discos conhecidos como “Taylor’s Version”. O principal objetivo era diminuir o valor comercial dos masters antigos, permitindo-lhe recuperar o controle artístico e financeiro de suas obras.

A iniciativa de Taylor Swift ganhou um apoio massivo e incondicional de sua base de fãs global. Os admiradores da cantora engajaram-se ativamente na campanha, passando a ouvir exclusivamente as novas versões regravadas dos álbuns. Essa mobilização coletiva foi crucial para o sucesso da estratégia, que finalmente permitiu à artista recomprar seu catálogo original em 2025, encerrando anos de disputas legais e públicas.

A perspectiva de Scooter Braun sobre a disputa

Apesar de ter enfrentado uma batalha pública desfavorável contra uma das maiores estrelas pop da atualidade, Scooter Braun afirmou ter optado por “aprender e crescer com isso”. O empresário reforçou sua gratidão pela experiência, destacando que ela o ajudou em seu momento de vida atual. Sua postura reflete uma tentativa de resignificação do conflito.

Braun reiterou que nunca conseguirá “entender completamente essa situação” em sua totalidade, expressando ainda um desejo de bem-estar para a cantora. Ele mantém uma posição de aceitação, mesmo sem compreender os motivos por trás da intensidade da briga. A declaração finaliza com uma nota de conciliação.

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