A entidade precisa equacionar interesses de várias frentes. Nisso entram o desejo das detentoras, os calendários de competições continentais, intervalo mínimo de 66h entre os jogos, fatores de segurança pública (evitar que times da mesma cidade joguem no mesmo dia) e desejo dos clubes por um período maior de descanso em determinada situação.
Nas propostas levadas aos clubes, a entidade entende que reduzir os conflitos entre Séries A e B vai aumentar a visibilidade dos dois produtos.
Em relação aos jogos às 19h no meio de semana, a CBF percebeu no levantamento que o índice de público está abaixo da média.
O domingo à noite, após as 20h, também é outro problema identificado na avaliação. Esse mesmo horário noturno, no sábado, não é visto como um problema.
No meio disso tudo, a CBF entende que pode explorar melhor o potencial do horário das 11h de domingo, em períodos e locais que o clima permita isso. Essa faixa foi inserida no Brasileirão há alguns anos pensando no mercado internacional.
No geral, a CBF já tinha trazido na primeira reunião sobre liga que via o Brasileirão excessivamente noturno, na comparação com Premier League (Inglaterra), La Liga (Espanha) e Bundesliga (Alemanha).


