Bate no Peito reúne Ludmilla, João Gomes e Veigh na nova música da Seleção para o Mundial

Redação
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A Seleção Brasileira tem nova música para a Copa do Mundo de 2026. A faixa Bate no Peito chegou neste domingo nas plataformas digitais. Ela reúne vozes de diferentes gerações e estilos musicais.

A canção já está disponível e vai tocar nos estádios durante as partidas do Brasil no torneio disputado nos Estados Unidos, México e Canadá. A produção leva a assinatura de Papatinho. A distribuição é da Sony Music Brasil.

O projeto reforça a ligação tradicional entre futebol e música no país. Artistas de samba, funk, piseiro, rap e pop rock participam. Cada um traz elementos da própria carreira para representar regiões e identidades variadas.

Artistas misturam gêneros em faixa que celebra o orgulho nacional

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Ludmilla, Zeca Pagodinho, João Gomes, Veigh e Samuel Rosa dividem os vocais. A mistura passa por samba, funk, piseiro e rock.

  • Ludmilla traz o peso do funk carioca
  • Zeca Pagodinho representa o samba raiz
  • João Gomes leva o piseiro nordestino
  • Veigh adiciona o rap contemporâneo
  • Samuel Rosa completa com o pop rock mineiro

A letra fala de superação, orgulho e conexão com a torcida. Trechos como “Aprendi a jogar na raça” e “São cinco estrelas no peito” remetem à história de cinco títulos mundiais. O refrão repete “Eu sou brasileiro, bate no peito e diz”.

A proposta é criar um hino fácil de cantar em grupo. O ritmo incentiva a torcida a pular e bater palmas. Frases curtas e repetições ajudam na identificação coletiva.

Clipe contará história de jovem transportado para momentos históricos

O videoclipe tem lançamento marcado para 25 de maio. A produção segue um jovem que nunca viu o Brasil campeão. Ao bater no peito, ele viaja no tempo e revive campanhas marcantes da Seleção.

A narrativa destaca o gesto simbólico e o clima de união que marcou vitórias passadas. O vídeo deve mostrar imagens de arquivos misturadas com cenas atuais.

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A ideia é reforçar o sentimento de pertencimento. Torcedores de todas as idades podem se reconhecer na trajetória contada.

Royalties da música vão para combate à insegurança alimentar

Todos os artistas envolvidos decidiram destinar a arrecadação de royalties para o Instituto Fome de Música. A entidade foi criada na pandemia e atua no combate à fome.

Os recursos viram doações de alimentos. A distribuição ocorre em parceria com o programa Mesa Brasil Sesc em diferentes regiões do país.

A iniciativa une o lançamento musical a uma causa social. Os participantes destacam o papel da arte em gerar impacto positivo além do entretenimento.

Composição e produção reúnem nomes consolidados do mercado

A composição tem créditos de Bernardo Massot, João Gomes, Califfa, Carlean, BG, Lary, Lucas Medeiros, Daniel Mendes, Papatinho e Thiago Veigh.

Papatinho e Bernardo Massot assinam a produção principal. Participações adicionais incluem Pretinho da Serrinha, Rodrigo Scarcello e Nagali.

Os instrumentos envolvem violão, baixo, sintetizadores, percussão, acordeom, cavaquinho e cuíca. A combinação cria uma sonoridade quente e brasileira.

  • Violão, baixo, sintetizadores, percussão, assovio e cavaquinho: Bernardo Massot
  • Bateria, baixo, percussões, programação e sampler: Papatinho
  • Acordeom, sintetizador, guitarra e contrabaixo: Rodrigo Scarcello
  • Cavaquinho, cuíca e pandeiro: Pretinho da Serrinha

A faixa já circula nas principais plataformas. O público pode ouvir e compartilhar enquanto acompanha a preparação da Seleção para o torneio.

A chegada da música coincide com o período de convocação e expectativa em torno da equipe. O lançamento alimenta o clima positivo antes do início da competição.

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