Tainy dos Santos Silva, de 28 anos,foi encaminhada ao hospital, onde deu à luz. Mãe e bebê passam bem
Policial segurando bebê após parto – (Foto: arquivo pessoal)
Mãe de três crianças, Tainy dos Santos Silva, de 28 anos, passou por um susto ao entrar em trabalho de parto dentro de casa no último sábado (16), em Aragoiânia. Com a bolsa rompida, a mulher contou com o apoio da Polícia Militar (PM), após a família acionar a corporação.
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A corporação realizou o transporte e auxiliou na entrada da então gestante no Hospital Municipal de Aragoiânia, onde deu à luz a bebê Thayla. De acordo com a mãe, o pareto foi um sucesso e as duas agora se recuperam em uma unidade de saúde de Goiânia.
“A neném nasceu bem graças a Deus e aos policiais. Foi muito importante a ajuda dos policiais porque não consegui outra pessoa para ajudar a gente. Foi um susto, nunca tive essa experiência da bolsa estourar dentro de casa”, conta Tainy.
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Parto de emergência
Tainy movimentou equipes da PM após entrar em trabalho de parto dentro de casa, em Aragoiânia. A equipe, que fazia patrulhamento pela região, foi acionada por familiares da então gestante.
Ao tomar conhecimento da situação de risco envolvendo a mãe e a criança, os policiais foram até o imóvel que fica na divisa com o município de Abadia de Goiás e, então, iniciaram um transporte de urgência até o Hospital Municipal de Aragoiânia, visto que a bolsa gestante já havia se rompido.
“Ela tentou ligar para diversos órgãos para pedir socorro, mas estava ocupado por ser uma cidade pequena. Aí ligaram pra gente, que se deslocou até lá e se deparou com ela quase ganhando a criança”, conta o sargento André Cardoso, responsável por atender a gestante.
Ao chegar ao hospital, a equipe ainda auxiliou a entrada da jovem na unidade de saúde, utilizando uma cadeira de rodas para deixá-la sob os cuidados da equipe médica. A criança, que se chama Thayla, nasceu momentos depois totalmente saudável.
“Já é o terceiro parto que eu faço, já tenho uma experiência. Trabalhamos no interior e a nossa viatura é bombeiro, assistente social, psicólogo. É uma sensação de dever cumprida”, afirma o sargento.


