Após episódio, ministro do STF faz “apelo” para que empresas promovam campanhas de educação cívica para seus funcionários em prol de uma “convivência pacífica”
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/X/o/sw2NlwSB6j73lxA8ADVw/114514105-pa-brasilia-08-04-2026-sessao-plenaria-do-supremo-tribunal-federal-stf-em-brasilia-a-pau.jpg)
RESUMO
Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você
GERADO EM: 18/05/2026 – 16:25
Flávio Dino relata ameaça de morte e pede educação cívica em ano eleitoral
O ministro do STF, Flávio Dino, relatou ter sido ameaçado por uma atendente de companhia aérea que expressou vontade de matá-lo devido à sua atuação no tribunal. Em resposta, Dino fez um apelo para que empresas promovam campanhas de educação cívica, visando uma convivência pacífica durante o ano eleitoral, e alertou sobre os riscos de segurança que o ódio pode gerar. Ele destacou a importância do respeito mútuo e da prevenção de agressões.
CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, fez um “apelo” para que empresas promovam campanhas de educação cívica para seus funcionários em prol de uma “convivência pacífica” em pleno ano eleitoral. A manifestação se dá após uma funcionária de uma empresa aérea afirmar que seria “melhor matar do que xingar” o ministro do STF. Segundo o próprio Dino, a afirmação ocorreu quando a mulher viu um cartão de embarque em seu nome.
O ministro viu, no caso, “contaminação por ódio” em razão de sua atuação como integrante do STF. “Imaginemos que outros funcionários, da mesma ou outra empresa aérea, sejam contaminados com idêntico ódio. Isso pode significar até riscos para segurança de aeroportos e de voos e, por conseguinte, de outros passageiros”, chegou a ponderar.
Dino indicou que o episódio pode ter sido um “caso isolado”, mas destacou que as pessoas não podem ter receio de sofrer agressões, de funcionários de empresas, ao consumir serviços e produtos, independentemente de “opinião, simpatias e voto individual”.
“É melhor prevenir. Essa é a sugestão para as empresas e entidades empresariais: orientem e estimulem com campanhas educativas os seus prestadores de serviço a manter o respeito a todas as pessoas, independentemente de preferências, simpatias, opiniões. Será o melhor para a empresa e para os consumidores. Será o melhor para o Brasil”, ponderou.
Jogo Político
Análises de Thiago Prado, editor de Política e Brasil do GLOBO


